quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Estratégia de diversificação

Compra quem tem uma estratégia clara, quem tem só planejamento está perdendo terreno.

A compra do Bretas trouxe novidades: mostrou que Cencosud tem fôlego para disputar território, que as redes hoje custam bem mais caro e que os gigantes, por hora, estão fora do páreo. Mas a temporada de aquisições continua aberta.

Em outubro, o autosserviço brasileiro reviveu os dias de agitação de 1999 a 2002, quando as notícias de aquisições feitas pelos gigantes pipocavam a todo instante. Desta vez, o alvo foi a rede Bretas, a maior do Estado de Minas Gerais, com faturamento de R$ 2,1 bilhões em 2009. A diferença em relação ao passado reside no fato de que nenhuma das três maiores companhias do ranking supermercadista era a compradora. Foi a chilena Cencosud, a maior varejista da América Latina e dona da nordestina GBarbosa, que arrematou a empresa mineira. O negócio mexeu com o mercado sob dois ângulos.

Jogou holofotes sobre a operação do Cencosud no Brasil e uma dúvida no setor: será que a compra do Bretas está abrindo uma nova onda de fusões e aquisições?

VEJA QUE TIPO DE EMPRESA ESTÁ NA MIRA DAS AQUISIÇÕES

PERFIL DE REDE MOTIVO EXEMPLOS

Líderes regionais

Têm grande participação no mercado, alto faturamento (em geral, acima de R$ 1 bilhão) e aceitação do consumidor local A própria rede Bretas, líder no mercado mineiro. E, no passado, Bompreço (Nordeste) e Sonae (Sul), adquiridos pelo Walmart.

Empresas que operam formatos em ascensão, em especial atacarejos e lojas de desconto Garantem entrar num mercado que atende sobretudo as classes C e D, que ganharam poder de compra e devem continuar respondendo por aumento nas vendas O atacarejo Assaí, comprado pelo grupo Pão de Açúcar, hoje a bandeira que mais cresce. E o Atacadão, adquirido pelo Carrefour.

Redes que atendem nichos de consumidores Permitem ampliar atuação da empresa e aumentar a rentabilidade Mais um exemplo que vem do Cencosud: a compra da rede Perini (BA), especializada em lojas gourmet para as classes A e B

Regiões, Estados ou cidades em crescimento A idéia é fortalecer a presença da empresa em área de expansão econômica Aquisição do Bompreço, no Nordeste, pelo Walmart

Líderes regionais

Têm grande participação no mercado, alto faturamento (em geral, acima de R$ 1 bilhão) e aceitação do consumidor local A própria rede Bretas, líder no mercado mineiro. E, no passado, Bompreço (Nordeste) e Sonae (Sul), adquiridos pelo Walmart.

Empresas que operam formatos em ascensão, em especial atacarejos e lojas de desconto, garantem entrar num mercado que atende sobretudo as classes C e D, que ganharam poder de compra e devem continuar respondendo por aumento nas vendas. O atacarejo Assaí, comprado pelo grupo Pão de Açúcar, hoje a bandeira que mais cresce. E o Atacadão, adquirido pelo Carrefour.

Redes que atendem nichos de consumidores permitem ampliar atuação da empresa e aumentar a rentabilidade. Mais um exemplo que vem do Cencosud: a compra da rede Perini (BA), especializada em lojas gourmet para as classes A e B

Regiões, Estados ou cidades em crescimento A idéia é fortalecer a presença da empresa em área de expansão econômica Aquisição do Bompreço, no Nordeste, pelo Walmart

Os especialistas são unânimes em afirmar que ainda há muitas empresas atraentes no setor para serem compradas. Difícil é precisar a velocidade em que as compras serão feitas e quem de fato deverá ser adquirida. Para alguns consultores, embora os três gigantes estejam sempre de olho em oportunidades, tudo indica que não partirão para novas compras tão cedo.

O grupo Pão de Açúcar realizou duas importantes aquisições no ano passado, a do Ponto Frio e da Casas Bahia. “A empresa resolveu avançar no varejo eletrônico, que ainda tem muito espaço para crescer, para diminuir a dependência do varejo alimentar. É uma estratégia que se assemelha à da rede europeia Metro”, diz Alejandro Padron, diretor de consultoria para varejo da IBM Brasil.

Markus Stricker, sócio da A.T. Kearney, lembra que o processo de integração das empresas adquiridas ainda deve exigir esforços do Pão de Açúcar e tomar parte do tempo de seus executivos.

GIGANTES NÃO RETORNAM TÃO CEDO

Pelo menos enquanto arumam a casa

Já o Carrefour e o Walmart estão passando pela troca de alguns dos seus principais executivos, inclusive de seus presidentes. Um dos motivos apontados para a alteração de comando é a pressão das matrizes por resultados. O Carrefour passa ainda por um processo de reorganização em função de falhas em lançamentos contábeis informados à matriz e publicados no balanço global da companhia, além da queda na rentabilidade do formato hipermercados e problemas operacionais graves, como o alto índice de ruptura. Se, por um lado, há urgências a ser resolvidas, por outro, há uma orientação das matrizes para elevar a participação no País e em outros mercados emergentes. É por isso que os projetos de aquisições podem estar momentaneamente encostados, mas não descartados. A compra de concorrentes ainda representa a maneira rápida de crescer. “Acredito que daqui a um ano teremos novidades”, afirma Oscar Malvessi, professor do Programa de Educação Continuada da FGV/São Paulo.

EMPRESAS MAIS COBIÇADAS

As líderes regionais fora de São Paulo e Rio de Janeiro

As empresas mais cobiçadas continuam sendo as líderes regionais, com crescimento acima da média do setor – especialmente as que ¨ cam fora dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Mas quem sair às compras agora vai desembolsar bem mais do que no passado. “Houve uma valorização das empresas nacionais”, a¨ rma Padron. Segundo ele, o aquecimento da economia e o aumento da renda do brasileiro aceleraram o consumo, razão pela qual as vendas nos supermercados não param de crescer. Isso eleva o preço das companhias. Para se ter uma ideia, o Cencosud pagou R$ 1,35 bilhão pela rede Bretas. O valor equivale a 65% do faturamento da empresa. Em 2004, quando comprou o Bompreço, o Walmart desembolsou o equivalente a 26% da receita da rede nordestina. Um ano depois, quando adquiriu o Sonae, com atuação no Sul, pagou o correspondente a 39% do faturamento da rede.

As redes regionais, além de alvo de aquisições, são também potenciais compradoras. Para sobreviver, elas precisam continuar elevando o faturamento acima do mercado. Isso deverá ser feito com investimentos em pessoas e sistemas de informação e também incorporando concorrentes menores.

REGIONAIS PODEM IR ÀS COMPRAS

Mas existe uma dificuldade: levantar capital

“As empresas costumam devem adquirir companhias que representem entre 5% e 30% de suas vendas”, diz Malvessi, da FGV. Como a maioria das regionais possui receita na casa de R$ 1 bi, terão como alvo supermercados que faturam até R$ 300 milhões ao ano. Alejandro Padron, contudo, acredita que as regionais deverão crescer mais por inaugurações do que por aquisições, já que é difícil levantar capital. “Por aqui, o custo do dinheiro é alto e isso dá uma vantagem aos gigantes, que podem captar recursos no exterior por meio de suas matrizes,” diz. Mas uma coisa é certa: o que não faltam são oportunidades.

Fonte: Jony Lan , Especialista em estratégia, marketing e novos negócios - www.mktmais.com



quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Petrobras e ABNT lançam a ISO 26000 no Brasil

08/12/2010 16:13 - Portal Brasil

A ISO 26000, norma internacional de Responsabilidade Social, foi lançada no Brasil nesta quarta-feira (8), em evento promovido pela Petrobras e pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A Petrobras, primeira empresa brasileira a anunciar que vai seguir as diretrizes da ISO 26000, promoverá, em parceria com a ABNT, um ciclo de seminários sobre a norma em todas as regiões do País.

A ISO 26000 é considerada inovadora, pois é a primeira norma ISO construída por um grupo de trabalho presidido conjuntamente por um país desenvolvido, a Suécia, e um país em desenvolvimento, o Brasil. Além disso, pela primeira vez a ISO utilizou um sistema participativo composto por seis partes interessadas: representantes da indústria, do governo, dos trabalhadores, dos consumidores, das ONGs, de instituições acadêmicas, de pesquisa e consultoria. Vale ressaltar que a norma tem caráter voluntário e orientador, não implica certificação nem verificação externa por terceiros.

A ISO 26000 levou oito anos para ser construída e envolveu 400 especialistas de mais de 90 países, liderados pelo Brasil e pela Suécia. A versão final foi lançada novembro, em Genebra, e foi traduzida para o português pela ABNT com o apoio da delegação brasileira. Ao todo, a norma contempla sete temas: direitos humanos, práticas de trabalho, meio ambiente, governança organizacional, práticas leais de operação, relacionamento com consumidores, envolvimento comunitário e desenvolvimento e tem um capítulo específico de orientação sobre como integrar responsabilidade social na organização. A expectativa é de que a norma se torne um novo paradigma de atuação em responsabilidade social para todas as organizações.

A ISO 26000 elenca os princípios e temas centrais de responsabilidade social e orienta como as organizações devem integrá-los em sua atuação, considerando os impactos econômicos, sociais e ambientais de suas atividades, diretos ou indiretos.

Entre outros tópicos, a ISO 26000 definiu o conceito de responsabilidade social: “Responsabilidade de uma organização sobre os impactos de suas decisões e atividades na sociedade e no meio ambiente através de comportamento transparente e ético que contribua para o desenvolvimento sustentável, incluindo saúde e o bem estar da sociedade, leve em conta a expectativa das partes interessadas, esteja de acordo com as leis aplicáveis e consistente com as normas internacionais de comportamento, e esteja integrada através da organização e praticada nos relacionamentos desta”.

Fonte: Agência Petrobras -  http://www.brasil.gov.br














segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Marketing de Luxo | Victoria’s Secret vende três veses mais no Brasil que nos EUA

'GOSTOSAS' e elegantes, por traz do glamour da marca, o importante é a venda da imagem que a mulher pode ser.

Muitas das mais famosas top models brasileiras já emprestaram sua beleza para enfeitiçar os marmanjos nos concorridos desfiles da grife americana Victoria’s Secret, conhecida por suas lingeries apimentadas. A última a chamar a atenção foi a modelo Adriana Lima, há cerca de um mês. Ela desfilou com um sutiã cravejado de diamantes, topázios e safiras, avaliado em 2 milhões de dólares.

Nos últimos tempos, porém, não é apenas o encanto das brasileiras que vem seduzindo os executivos da Victoria’s Secret. Outro atributo do país também chamou a atenção: o volume de vendas da grife por aqui. Aberta em junho do ano passado, a única loja da marca no Brasil já alcançou o equivalente a vendas anuais de 10 milhões de dólares. Para se ter uma ideia, a cifra é três vezes maior que a média de faturamento das lojas da grife nos Estados Unidos.

"O número [no Brasil] me tira o fôlego. Não sabíamos disso há um ano", disse Les Wexner, presidente do conselho de administração e da diretoria da Limited Brands, controladora da marca, em reunião com analistas no final de outubro.
 
Modelo de parceria
A unidade brasileira é uma das 18 "Travel and Tourism Stores" que a Victoria’s Secret mantém pelo mundo. Trata-se de um modelo criado especialmente para a área de free shop dos aeroportos e não conta como loja própria da grife. No caso brasileiro, a loja está no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo. A unidade, na prática, é um licenciamento de marca para a Brasif, que já foi dona de diversos free shops no país e hoje possui entre seus negócios gado nelore e investimentos imobiliários.

O desempenho surpreendente levou a direção da empresa, inclusive, a acalentar planos mais ambiciosos para o país. O mercado brasileiro teria potencial para receber de 300 a 500 lojas da Victoria’s Secret. Uma expansão no país demandaria produção local – por causa das taxas – e um site em português, segundo Wexner.

O CEO não descarta a idéia, mas é extremamente cauteloso ao falar sobre a expansão. "O mercado americano é o nosso foco; se não pudermos ganhar aqui, não poderemos ganhar fora", disse. Wexner acredita que, em cinco anos, o mercado americano poderá dobrar em tamanho. Atualmente, a companhia mantém 1.040 lojas, concentradas sobretudo nos Estados Unidos. No Canadá, há apenas duas unidades.

Sucesso nacional
O primeiro motivo para o sucesso da marca no Brasil é a diversidade de produtos, que vão de lingeries a cremes, perfumes e xampus. Mas uma razão mais importante para a badalação é o status de produto premium que a marca adquiriu por aqui.

Nos Estados Unidos, sua terra-natal, a Victoria’s Secret não é, propriamente, considerada uma grife de luxo. Ao lado dos sutiãs cravejados de diamantes, a marca oferece peças bem mais prosaicas, como conjuntos de lingerie por 34 dólares (cerca de 58 reais, o mesmo que uma peça comum por aqui). Aliás, um dos esforços recentes da marca é para se aproximar ainda mais do "dia-a-dia" das consumidores, deixando um pouco de lado a aura de "peça sensual para dias especiais".

Para Silvio Passarelli, diretor do MBA em Gestão do Luxo da FAAP, a imagem de produto sofisticado no Brasil vem da época em que o país ainda era uma economia muito mais fechada. Como as peças só chegavam aqui por meio das brasileiras que viajavam para o exterior, e como viajar para o exterior, naquela época, era coisa de gente mais rica, acabou se criando a imagem de que a lingerie era mais chique do que é considerada nos Estados Unidos. "As pessoas acham que grife é muito melhor do que é ainda pelo reflexo da época em que as importações eram proibidas", diz.

É claro que o sucesso da marca no país não se sustenta apenas na percepção das brasileiras sobre o grau de luxo da marca. A Victoria’s Secret é também muito hábil em suas ações de marketing – basta ver o burburinho causado pelos seus desfiles com as top models.

"Ela tem atributos muito fortes como marca, que transcenderam a lingerie. Ela tem também a capacidade de se estender para outros segmentos", afirma Eduardo Tomyia, diretor da consultoria BrandAnalytics. Para Tomyia, a marca possui um posicionamento que a torna aspiracional, isto é, as mulheres a desejam. No Brasil, ela teria espaço para crescer, na opinião de Tomyia, mas também teria concorrência. "Espaço sempre vai existir; a questão é o tamanho desse espaço", diz.
Imaginem, não desmerecendo nenhuma das outras marcas, mas uma mulher de Triumph, DeMillus, Duloren e outra de Victoria's Secret. Vocês nem viram as mulheres, mas já entenderam as diferenças. Isso se chama "construção da marca" ou branding. Entendeu porque algumas empresas investem mais em marketing do que outras e colhem tranquilamente os seus resultados?

Fonte: [exame] www.mktmais.com - Jony Lan, Especialista em estratégia, marketing e novos negócios


domingo, 12 de dezembro de 2010

CINCO COISAS ESSENCIAIS QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA FAZER NEGÓCIOS PELO TWITTER

*Silvio Tanabe

A resposta depende da forma como você atua: sendo o “vendedor chato” ou procurando entender como elas funcionam e como as pessoas interagem

Junho2010 - A pergunta é natural diante de tantas notícias e reportagens na imprensa sobre quem está se dando bem, principalmente no Twitter, a sensação do momento. E a resposta parece ser clara: quanto mais tempo você demorar para participar das redes sociais, menores serão as chances de explorar todas estas oportunidades.

Isso explica a correria das empresas em entrar nessa nova onda. Afinal, é só acompanhar algumas estatísticas: o número de usuários do Twitter aumentou 1600% entre julho de 2008 e 2009, sendo que os brasileiros são os que passam mais tempo “tuitando” (cerca de 41,5 minutos por mês de acordo com pesquisa da ComScore). Somente em São Paulo, 45% da população já participa de alguma rede social, índice que aumenta para 75% entre os jovens entre 18 e 24 anos (Ibope Mídia). Nas empresas, segundo estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NTT/URFJ), 74% dos pesquisados planejam participar das mídias sociais nos próximos 12 meses. Diante de números tão promissores, por que não tentar?

Até aí, nada de mais. O problema é quando as empresas, ansiosas por resultados rápidos, colocam “o carro na frente dos bois” (a expressão é tão antiga quanto válida). A mesma pesquisa da URFJ revelou que 49% dos pesquisados já entram nas mídias sociais querendo “faturar” de alguma forma: insistem em oferecer seus produtos nas comunidades, fazem propaganda descarada nos blogs, enviam mensagens comerciais sem permissão. Ou, por outro lado, participam dessas mídias sem propósito definido, simplesmente “por participar”, para fazer parte e ver o que acontece.

A conseqüência: comunicação com conteúdo irrelevante, propaganda demais, foco de menos e, pior, a reação contrária dos internautas, que pode ir da indiferença à indignação. Por estas razões, os índices de sucesso nas redes sociais estão abaixo do que poderiam estar.

Em vez de escolher o caminho mais rápido, o ideal é trilhar pelo mais seguro. Além de maior potencial para gerar resultados, fazer um planejamento prévio com base no conhecimento das mídias sociais, do perfil do público-alvo e em ações sintonizadas com outras ferramentas de marketing digital também tem menos probabilidade de ser rejeitada. Os principais aspectos a serem levados em conta neste sentido são:

1.Entenda como as mídias sociais funcionam – Comunidades, blogs e Twitter possuem uma dinâmica própria, que só são compreendidas quando se faz parte delas. Portanto, antes de delegar a tarefa a terceiros, é essencial que você participe para ter uma noção mais clara sobre as regras de conduta e formas de abordagem mais apropriadas. Uma das primeiras coisas que descobrirá, por experiência própria, é porque ninguém nesse meio gosta de vendas diretas.

2.Entenda como o seu público-alvo interage – Estude como seus clientes, consumidores ou prospects participam das mídias sociais. Eles a utilizam para conhecer a opinião de outras pessoas sobre o seu produto, para reclamar ou elogiar? Estão interessados em assuntos profissionais ou pessoais? Quais os sites mais freqüentados (Orkut, Facebook, Sonico, MySpace, Via6, Linked In, Plaxo etc.) E se não participam, isso ocorre por falta de tempo, interesse ou dificuldade em acompanhar estas novidades? O que os motivaria a fazer parte de uma rede social?

3.Defina a estratégia – As etapas acima são fundamentais para o passo seguinte, definir a estratégia de atuação, que pode se dar em três níveis principais: canais relacionamento (atendimento a reclamações, esclarecimento de dúvidas, interação com clientes e consumidores), comunicação (divulgação de lançamentos ou atualizações de produtos, informações práticas) ou campanhas de fidelização (promoções exclusivas para quem participa ou segue em suas comunidades, blogs ou Twitter). Independente da escolha, é essencial atuar de forma integrada a outras iniciativas de marketing utilizadas pela empresa, sejam online (website, e-mail marketing, links patrocinados, banners) ou offline (anúncios, mala direta, assessoria de imprensa etc.)

4.Crie um diferencial – Só participar não é o bastante. É preciso participar de forma diferenciada. Seja por meio de conteúdo exclusivo, promoções especiais ou atendimento personalizado. É a melhor maneira de conquistar atenção, fidelidade do público e, principalmente, fazer com que as suas iniciativas sejam divulgadas pelos próprios participantes por meio do boca a boca.

5.Tenha objetivos claros e mensure os resultados – Uma das grandes vantagens do marketing digital é dispor de recursos que permitem mensurar os resultados das mais diversas formas. Use isso a seu favor, estabelecendo objetivos e metas claros para cada mídia social. Uma dica para facilitar a tarefa é canalizar as ações das mídias sociais no site da empresa. Por exemplo, em uma promoção pelo Twitter, faça com que os internautas tenham de visitar o site para conhecer as regras ou os prêmios. Dessa forma, é possível mensurar em detalhes a audiência (região de proveniência dos visitantes, duração) e o tráfego (páginas mais visitas) do site e relacioná-los com a receptividade da campanha. É também uma forma dos internautas conhecerem mais sobre a sua empresa e outros produtos oferecidos.

*Silvio Tanabe é consultor da Magoweb Marketing Digital e Soluções para Internet. (www.magoweb.com/clinicadigital)
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Sobre a Magoweb

A Magoweb (www.magoweb.com) é especializada em soluções de marketing digital para empresas de pequeno e médio portes (PMEs). Com mais de 12 anos de mercado e presente em 13 estados, a Magoweb oferece ampla gama de serviços voltados para a internet: consultoria em marketing digital, desenvolvimento de websites, marketing de buscas e publicidade online, e-commerce, gestão e monitoramento de campanhas nas redes e mídias sociais.
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Todos os releases desta empresa estão disponíveis no site da Versátil Comunicação Estratégica: www.versatilcomunicacao.com.br/versa/imprensa.asp.
Bianca Chioccola– bianca@versatilcomunicacao.com.br –Tel.(11) 2832-5508
Thiago Pugliesi (thiago@versatilcomunicacao.com.br) – Tel. (11) 2832-5505
Sandra Takata (sandra@versatilcomunicacao.com.br) Tel. (11) 2832-5507

Comércio online deve ultrapassar lojas físicas em São Paulo, em faturamento

Estudo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), estima que as vendas online na região metropolitana de São Paulo chegarão a R$ 15 bilhões até o final do ano, crescimento de 40% em relação a 2009. Enquanto isso, o comércio tradicional, de acordo com a Fecomércio-SP, deverá fechar 2010 com receita de R$ 11 bilhões.

O resultado já era esperado. No primeiro semestre do ano, os sites faturaram R$ 7,8 bilhões, contra R$ 7,2 bilhões registrados somente pelos shoppings centers da Grande São Paulo, segundo dados da Fecomércio e da e-Bit. Os itens mais procurados pelos 23 milhões de internautas são eletrônicos, artigos de informática, eletrodomésticos e livros. O tíquete médio varia entre R$ 346 e R$ 370.

O fenômeno ocorreu devido, principalmente, à ampliação do número de computadores nos domicílios, ao acesso à internet de alta velocidade pela população e à expansão de crédito, além dos investimentos de grandes varejistas no canal.

Fonte: Supermercado Moderno

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Pesquisa : 11% dos brasileiros preferem produtos "verdes"

O mundo verde começa a ganhar expressividade no comportamento de compra.

Produtos e serviços de empresas ecologicamente corretas são priorizados por apenas 11% dos consumidores brasileiros entrevistados em pesquisa Ibope encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e divulgada nesta terça-feira (06/12/10), durante a 16ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP-16), em Cancún, no México. Entre os que têm nível superior, a disposição para adquirir produtos "verdes" chega a 18%.

A pesquisa foi realizada durante o período eleitoral, entre os dias 25 e 27 de setembro, em 191 municípios brasileiros. No total, 3010 eleitores com idade acima de 16 anos foram entrevistados. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Deste total, pouco mais da metade (51%) disseram estar dispostos a pagar mais por um produto ecologicamente correto. O percentual aumenta quando o entrevistado tem maior nível de escolaridade ou maior renda. Chega a 64% dos entrevistados com nível superior e 79% dos que têm renda familiar acima de dez salários mínimos (R$ 5,1 mil). Levando em consideração todo o universo pesquisado, 18% disseram que dariam preferência a um produto "verde" dependendo do preço; 19% afirmaram não estarem dispostos a priorizar um produto ou serviço ecologicamente correto; 13% não souberam responder.

Fechar a torneira e apagar a luz

A pesquisa também questionou quais os cuidados dos entrevistados para preservar o meio ambiente. A alternativa que foi mais assinalada (71% do total) foi "evitar o desperdício de água". Em seguida aparecer "não jogar lixo nas ruas" (63%), "evitar o desperdício de energia" (57%), "separar o lixo para reciclagem" (37%). Essa pergunta permitia mais de uma resposta.

Também foram citados: "plantar árvores" (22%) e "manter o carro regulado" (16%), "usar outro meio de transporte" (6%), além de "dar preferência a produtos 'verdes'" (11%). Apenas 3% citaram "atuar como voluntário na proteção do meio ambiente" e "contribuir financeiramente com entidades ambientais".

Fonte: www.mktmais.com, Jony Lan, Especialista em estratégia, marketing e novos negócios

Tendência | internauta brasileiro é da classe AB e gasta R$ 118 ao mês, diz pesquisa do Ibope

Você e a sua empresa só usam a internet para colocar o endereço e o telefone e vivem dizendo que a internet não vende nada?

Um total de 80% dos internautas brasileiros usa a web para fazer comparação de preços, revelou uma pesquisa realizada pelo Ibope Mídia e divulgada nesta quarta-feira (8/12). Cerca de 43% deles costumam recorrer à internet antes de realizar uma compra, sendo que, se o produto tiver um preço maior do que R$ 1,5 mil, eles buscam mais informações na web.

Os dados mostraram ainda que 66% dos consumidores analisados – foram 2,5 mil em todo o Brasil – realizaram de uma a cinco compras nos últimos seis meses e que 30% gastaram ao menos R$ 224.

Produtos

Um quarto dos internautas busca um carro novo na internet, enquanto 18% usam a rede mundial para fazer compras ligadas à vida profissional. Entre os produtos preferidos dos internautas, estão os livros, indicados por 30% deles, seguidos de telefones e acessórios para celular (20%), eletrodomésticos (18%) e produtos de tecnologia pessoal (17%), como câmeras digitais e leitores de MP3.

Nos próximos seis meses, um quarto pretende comprar câmera digital na web, 17% querem um telefone celular 3G, mesma proporção dos que querem um celular com câmera, e 15% pretendem adquirir um iPhone.

Perfil do cliente e-commerce

A classe AB é responsável por 61% do total do e-commerce, a classe C, responde por 35% dos consumidores virtuais e a classe DE representa 4%. A parcela compreendida entre os 25 e 44 anos de idade é a maioria entre os consumidores das lojas virtuais, sendo 48% da população que realiza compras pela internet. O estudo mostra, também, que 15% dos consumidores têm entre 15 e 19 anos e 17% entre 20 e 24 anos. Outros 13% têm de 45 a 54 anos e apenas 6% têm entre 55 e 64 anos. A idade média do consumidor das lojas virtuais é de 33 anos.

Os homens estão mais habituados a comprar pela internet: 54% ante 46% das mulheres.

A parcela de solteiros também é mais representativa (49% na comparação com os casados – 41%). O estudo revelou, ainda, que 36% estão matriculados em instituições de ensino e até 32% falam uma segunda língua.

As cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo respondem por 37% do total dos compradores.

Metodologia

O TG.net é uma pesquisa online realizada com 2.500 internautas do Brasil. Fusionada com a base regular do Target Group Index, permite um banco único, com um universo de mais de 61 milhões de pessoas entre 15 e 64 anos.

O levantamento foi realizado entre maio e junho de 2010, nos mercados de: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (BH), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Distrito Federal (DF), além de Goiânia, Nordeste, São Paulo Interior e Interior do Sul e Sudeste.

Fonte: www.mktmais.com - Jony Lan  -Especialista em estratégia, marketing e novos negócios


Marketing de Guerrilha | Larissa Riquelme é a campeã de buscas no Google em 2010

A Larissa aproveitou sua beleza e rapidamente virou mídia de Marketing de Guerrilha na Copa do Mundo de 2010.

O Google divulgou nesta quinta-feira, dia 9, os termos que tiveram o maior número de buscas em 2010 a partir da ferramenta do Google no Brasil e do Orkut. O primeiro lugar ficou com a paraguaia Larissa Riquelme. Em seguida vieram a rede social Formspring e o cantor Justin Bieber.

Justin Bieber também se destaca nas buscas do Orkut. O canadense foi o artista mais procurado. Colheita Feliz foi o game que obteve mais pesquisas no site de relacionamento.

A análise Zeitgeist procurou definir tendências e mostrar o comportamento do usuário na rede. Segundo o Google, isso só é possível porque suas ferramentas efetuam mais de um bilhão de buscas por dia.

Quem se lembra do caso, sabe que a Larrisa "foi uma mídia oportuna" e bem explorada. Que o diga a AXE. Veja o exemplo abaixo. Uma hora ela está "tensa" com o celular no meio dos peitos para ganhar a fama.


Vejam que a "musa paraguaia" já sabia o que tinha que fazer, afinal, ninguém faz uma pose dessas para uma foto. E veja que ela, mesmo sem patrocínio, aparece melhor do que as promotoras da Coca-cola, bem atrás dela.

Agora sim! Revelada para o mundo pela mídia veja a foto abaixo, sorrindo, maqueada e "tatuada" com a palavra AXE. Detalhe, não tem ninguém no estádio ainda. Coisa de modelo contratada, chegar cedo ao local de trabalho.


E aí, lá pelas tantas do jogo, eis que aparece a Larissa Riquelme como foi revelada, "chorando" a derrota do Paraguai, com o celular no meio dos peitos, só que agora, com o "patrocínio" da AXE. Excelente.


E aí, gostou da sacada? Será que dá para "fabricar" outra Larissa Riquelme? Está lançado o desafio.

Fonte: www.mktmais.com - Jony Lan, especialista em estratégia, marketing e novos negócios

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Pesquisa | China liderará inovação no mundo até 2020

 Num país em que a educação tem menos verba que o extrativismo primário para exportação, imaginem o quanto as empresas dedicam ao mesmo assunto.A China vai se tornar o centro de inovação mais importante do mundo até 2020, superando os Estados Unidos e o Japão, segundo uma pesquisa de opinião pública.

A China já se tornou a segunda maior economia do mundo depois de se estabelecer como o centro industrial mundial. Agora, o país quer subir na escada do valor agregado tornando-se também um centro de inovação.

Hoje, os EUA são o país mais inovador do mundo, com 30 por cento das pessoas pesquisadas adotando essa opinião, seguido pelo Japão, com 25 por cento das opiniões e da China, com 14 por cento.

Daqui a dez anos, contudo, 27 por cento das pessoas acreditam que a China vai liderar na inovação, seguida da Índia com 17 por cento, dos EUA, com 14 por cento e do Japão com 12 por cento, segundo a pesquisa realizada pela farmacêutica AstraZeneca, que ouviu 6 mil pessoas em seis países.

A mudança não é porque os EUA estejam investindo menos em pesquisa, mas porque países como a China e a Índia estão aumentando seus esforços de avanço tecnológico --fato reforçado pelo repentino aumento nas descobertas realizadas na Ásia.

Um estudo realizado no mês passado pela Thomson Reuters mostrou que a China era agora o segundo maior produtor de relatórios científicos, depois dos EUA, e que o investimento em pesquisa e desenvolvimento por países asiáticos como um grupo em 2008 foi de 387 bilhões de dólares, comparado com 384 bilhões de dólares pelos EUA e 280 bilhões de dólares pela Europa.

Descobrir o ritmo de desenvolvimento tecnológico dos países emergentes é importante para empresas focadas na área tecnológica. A indústria farmacêutica, em particular, tem estado ansiosa para entrar na China e muitas empresas, inclusive a AstraZeneca, já abriram centros de pesquisa no país enquanto tentam aumentar a produtividade de seus laboratórios de pesquisa e desenvolvimento em casa.




segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Olé | capa do jornal esportivo argentino deixou um braço solto no pescoço do jogador

Desastre, diriam os arte finalistas. Jogada de marketing, diriam os especialistas. Deixar um braço no pescoço do jogador na primeira capa do jornal é o preço da pauta de última hora, minutos antes da gráfica imprimir na madrugada.

Fonte: http://www.ole.com.ar/tapas/TAPA_OLEIMA20101126_0004_19.jpg , por Jony Lan, especialista em estratégia, marketing e novos negócios, http://www.mktmais.com/



Case | as 5 maiores inovações da 3M das mais de 55.000 patentes já registradas


Nem sempre a empresa precisa ficar pesquisando para descobrir a necessidade do consumidor, muitas vezes os produtos são "jogados" no mercado. E quem inova, sempre sai na frente de que acha que a experiência é que vale mais do que a novidade.

Aparentemente por acaso, por meio de pesquisas ou com ajuda de outras pessoas, a inovação pode surgir de onde menos se espera. Com mais de 55.000 patentes registradas, a 3M, fundada em 1902 (embora ainda com o nome Minessota Mining & Manufacturing), passou por processos de inovação bastante variados para criar seus produtos.

Com uma política voltada para o processo inovativo, a empresa dá abertura para que os funcionários “pensem fora da caixa”. Seus cientistas têm 15% de seu tempo de trabalho para se dedicarem a projetos pessoais novos, e a troca de conhecimento entre trabalhadores e clientes é constante. Conheça a seguir como foram criados cinco dos itens de sucesso da 3M.


Lixa d’água



Na década de 20, a 3M iniciou um processo que, hoje, é chamado de inovação aberta para desenvolver a lixa d’água. Na época, a empresa ainda era especializada apenas em lixas para construção, mas enfrentava um problema: o excesso de poeira criado pelo lixamento das superfícies. De acordo com o gerente de marketing corporativo da 3M, Luiz Eduardo Serafim, a solução veio de um inventor da Filadélfia, chamado Francis Okie.

“Ele tinha um vizinho que lixava vidro profissionalmente e não aguentava mais a poeira gerada. Vendo isso, o inventor tentou fazer um lixamento com água e escreveu cartas pedindo amostras de papel e mineral a alguns fabricantes de lixa”, conta Serafim. A 3M foi a única a responder à correspondência, mandou as amostras e destacou um vendedor para acompanhar e colaborar com o processo, que, em 1921, deu origem à Lixa Abrasiva Wetordry, também conhecida como lixa d’água. Depois da invenção, a 3M comprou a patente do produto, pertencente a Okie, e contratou o cientista para ajudar a empresa em novas descobertas.

Fita Crepe

Visitar o cliente para acompanhar seu trabalho e verificar sua satisfação rendeu outros frutos para a 3M. Segundo Luiz Eduardo Serafim, no início dos anos 20, um cientista foi a uma oficina de carros para estabelecer contato com o cliente. Lá, ele percebeu que o dono da oficina tinha problemas para proteger os vidros e outras partes do carro, na hora de fazer a pintura da lataria.

Naquele tempo, barbante, esparadrapo e cola eram as únicas formas de fixar o papel-jornal usado para proteger a superfície. Porém, todas as alternativas tinham problemas, já que, ou não fixavam bem o material, ou pregavam tanto que deixavam vestígios e danos. Diante disso, o cientista voltou para a companhia com a ideia de fazer uma fita que, ao mesmo tempo, pudesse colar e ser retirada depois sem maiores problemas. “Em 1925, a 3M conseguiu levar para o mercado a fita crepe ou Scotch, fita sensível à pressão e de fácil remoção”, diz Serafim.


Líquido impermeabilizante



O acaso pode ser um ingrediente importante para o processo de inovação, mas não é tudo. O líquido impermeabilizante Scotchgard, criado em 1952, é um exemplo da junção de coincidência, senso de oportunidade e empreendedorismo. Segundo Serafim, um cientista da divisão de produtos químicos estava em um projeto para a indústria aeroespacial, quando, ao manipular o material, deixou cair um pouco em seu sapato. “Quando ele se abaixou para limpar, percebeu que aquele produto repelia água”, afirma.

Diante da descoberta, o cientista falou com seu chefe que aquela poderia ser uma boa oportunidade de negócio e recebeu o aval para dedicar 15% de seu tempo de trabalho no novo projeto. O resultado foi o líquido Scotchgard, usado tanto para fins industriais, quanto domésticos (em carpetes, estofamento de carros, sofás, etc). Luiz Eduardo Serafim aponta que essa descoberta não pode ser atribuída completamente ao acaso, pois, se não fosse a perspicácia do cientista e a disponibilidade da empresa, nada teria surgido daquele “acidente”. “Muitas maçãs caíram antes de Newton perceber o fenômeno da gravidade, então não se pode dizer que foi apenas sorte”, diz.


Post-it


Criado em 1980, o Post-it é uma invenção quase acidental. O gerente de marketing corporativo da 3M conta que o cientista de uma unidade de produtos adesivos da empresa estava incumbido de criar uma cola muito forte, mas falhou. “Ele colocou esferas de vidro na fórmula e o adesivo acabou ficando muito fraco. Mesmo assim, a empresa tolerou o erro e ele continuou em outros projetos”, afirma.

Esse “fracasso”, no entanto, não foi ignorado. Com as trocas de informações e conhecimentos dentro da companhia, um outro cientista teve acesso ao caso e se interessou. Além de pesquisador, ele cantava em um coral e precisava de um marcador de páginas que não danificasse o papel. Usando 15% de seu tempo fornecido pela empresa para se dedicar à nova invenção, ele criou o chamado Post-it. Até ser lançado no mercado, o papel de recados passou por vários testes de aceitação e, hoje, é um dos maiores sucessos da 3M.




Líquido Supressor de Poeiras

Para o gerente de marketing corporativo da 3M, o grande diferencial deste produto é o fato de ter sido criado no contexto brasileiro, enquanto a maioria das outras inovações foram pensadas nos Estados Unidos. O Líquido Supressor de Poeiras foi elaborado com base no contato com os clientes da área de mineração e com a população de onde sai e por onde passa o minério. Essas redes de conhecimento ajudaram a empresa a perceber a necessidade de um produto que impedisse que o material extraído das minas caísse por onde era transportado.

“Era preciso evitar esse desperdício, porque a empresa perde dinheiro quando cai minério de ferro na estrada ou no trilho do trem e, ao mesmo tempo, as comunidades que vivem perto desses caminhos também sofrem o impacto”, afirma Serafim. Aproveitando o contato com as pessoas de fora da empresa e usando o conhecimento já existente sobre o assunto, a companhia criou uma espécie de “chuveiro” por onde os veículos cheios de minério devem passar antes de começar a viagem. Esse líquido é biodegradável e se transforma em uma película que retém o produto durante todo o percurso.

E a sua empresa, ainda continua pensando que inovação é criar algo tecnologicamente complexo? Com certeza sua empresa não sabe o que é inovação.

Fonte: Exame [ Jony Lan, Especialista em estratégia, marketing e novos negócios , http://www.mktmais.com/ ]














sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A cultura alemã

A escola de língua alemã Auf gut Deutsch apóia o desenvolvimento da cultura alemã na região do Vale do Rio Pardo, Rio Grande do Sul, Brasil. Fundada em 2005, com apoio do Goethe-Institut, a escola é uma referência na difusão da língua alemã e atualmente tem sede na Rua Félix Hoppe, 545, em Santa Cruz do Sul. Oferece, além das aulas com professores especializados, também outras vantagens como a possibilidade de intercâmbios e de viagens à Alemanha para aperfeiçoamento do idioma em vivência prática.
De propriedade da professora de língua alemã, Jaqueline Bender, a Auf gut Deutsch, trabalha com didática diferenciada e aulas criativas em conversação e exercícios, debates, diálogos, filmes, tarefas escritas, trabalhos em grupo, músicas, jogos, aulas de culinária e artes. Em parceria com o Verein für Internationale Jugendarbeit (VIJ), prepara e envia jovens com idades entre 18 e 24 anos para a cidade de Stuttgart, no Estado de Baden-Württenberg, sul da Alemanha. O projeto tem por objetivo estimular o aprendizado do idioma alemão e propiciar o intercâmbio cultural, ampliando não apenas as expectativas de trabalho dos jovens envolvidos, mas também a sua formação educacional.
• Cursos:
- Kinder - Alemão para crianças a partir de quatro anos. Sala especial e livro didático apropriado para a idade. Canções, jogos, brincadeiras, trabalhos manuais e artísticos são alguns dos recursos usados.
- Jugendliche - Cursos voltados para jovens. Utiliza os melhores métodos e materiais didáticos para que o aluno tenha aulas dinâmicas, eficientes, divertidas e comunicativas.
 Erwachsene - Aulas de alemão direcionadas para adultos. Nesse curso, o aluno aprende alemão e escolhe a combinação ideal de estudo do idioma, cultura e lazer.
- Erwachsene 50 plus - Para pessoas na melhor idade, é voltado para os alunos mais experientes e maduros, que desejam aprender alemão e vivenciar a cultura germânica.
• Cursos especiais:
- Preparação para intercâmbio - Aulas particulares com, no mínimo, dois encontros semanais. Conversação desde o primeiro encontro. Escritas de textos para o Au-Pair, inclusive e-mails em Língua Alemã para a família da Alemanha.
- Preparação para a Humboldt Schule - Os alunos são preparados para prova de ingresso ao ensino profissionalizante, através do sistema dual de ensino. A Humboldt Schule fica em São Paulo e está ligada ao Instituto de Formação Profissional Administrativa (IFPA).
- Alemão para viagens - Aulas específicas para o aluno que deseja viajar para a Alemanha.
- Oficinas de conversação - Alunos e professores interagem através da utilização de canções, diálogos, textos, receitas culinárias e outros recursos.
- Oficinas de gramática - Direcionadas para concursos, para professores de alemão e para as demais pessoas interessadas em aprender o alemão gramatical.
- Cursos intensivos de alemão comercial - Especialmente pensado para profissionais preocupados em ampliar suas chances de contato comercial e de sucesso profissional.
- Cursos para empresas - Aulas de língua alemã para grupos nas próprias empresas.

Consultoria para aproveitar ao máximo as viagens à Europa

Para muitas pessoas uma viagem à Europa está deixando de ser apenas um sonho, para se tornar uma agradável realidade. A valorização do Real em relação eu Euro e a quantidade de pacotes de viagens oferecidos pelas mais diversas agências ajudam a transformar o desejo em realidade.
Mas isso não significa que a viagem tão sonhada venha a ser agradável. O pesadelo pode começar já na hora de escolher o roteiro ideal. Pacotes de viagens em grupo são, em geral, inflexíveis, cansativos e pouco atraentes àqueles que querem um passeio diferenciado. Organizar a viagem por conta própria pode ser a única saída nessa hora. Mas é difícil planejar o melhor roteiro possível sem conhecer a Europa como a palma da mão.
Foi pensando nisso que Denise Dick Anwander criou a empresa de consultoria de viagens Vai Maria, especializada em montar roteiros personalizados. “É como uma viagem de pacote. O passageiro sai de casa com tudo organizado, sabendo quais cidades serão visitadas, como chegar até lá e em quais hotéis ele irá pernoitar”, explica. “A diferença é que todo o roteiro foi feito sob medida. O cliente é quem escolhe para onde ir e o que fazer. Nós damos sugestões, assessoramos nas escolhas e fazemos as reservas necessárias”, ressalta a diretora da empresa.

Mas está enganado quem pensa que esse serviço é caro. “A taxa cobrada para organizar uma viagem varia de acordo com alguns fatores, mas os clientes acabam economizando dinheiro durante a viagem, pois, além de todo o serviço de organização também fornecemos um pequeno guia com dicas sobre as cidades a serem visitadas e como fazer para economizar dinheiro durante a estadia”, explica Denise.

A sede na Alemanha é outra grande vantagem da empresa, pois ela oferece alguns serviços exclusivos e um ponto de apoio dentro da Europa. Mas novamente engana-se quem acha que é difícil ou caro entrar em contato com a Vai Maria. Quem liga para o número (51) 3251-4217 paga o preço de uma ligação normal para Porto Alegre, mas fala diretamente com a empresa na Alemanha.
***
Denise Dick Anwander mora na Alemanha há 9 anos e já viajou pelos mais diversos países do continente europeu - http://www.vaimaria.com/


Consultoria para aproveitar ao máximo as viagens à Europa

Para muitas pessoas uma viagem à Europa está deixando de ser apenas um sonho, para se tornar uma agradável realidade. A valorização do Real em relação eu Euro e a quantidade de pacotes de viagens oferecidos pelas mais diversas agências ajudam a transformar o desejo em realidade.
Mas isso não significa que a viagem tão sonhada venha a ser agradável. O pesadelo pode começar já na hora de escolher o roteiro ideal. Pacotes de viagens em grupo são, em geral, inflexíveis, cansativos e pouco atraentes àqueles que querem um passeio diferenciado. Organizar a viagem por conta própria pode ser a única saída nessa hora. Mas é difícil planejar o melhor roteiro possível sem conhecer a Europa como a palma da mão.
Foi pensando nisso que Denise Dick Anwander criou a empresa de consultoria de viagens Vai Maria, especializada em montar roteiros personalizados. “É como uma viagem de pacote. O passageiro sai de casa com tudo organizado, sabendo quais cidades serão visitadas, como chegar até lá e em quais hotéis ele irá pernoitar”, explica. “A diferença é que todo o roteiro foi feito sob medida. O cliente é quem escolhe para onde ir e o que fazer. Nós damos sugestões, assessoramos nas escolhas e fazemos as reservas necessárias”, ressalta a diretora da empresa.
Mas está enganado quem pensa que esse serviço é caro. “A taxa cobrada para organizar uma viagem varia de acordo com alguns fatores, mas os clientes acabam economizando dinheiro durante a viagem, pois, além de todo o serviço de organização também fornecemos um pequeno guia com dicas sobre as cidades a serem visitadas e como fazer para economizar dinheiro durante a estadia”, explica Denise.
A sede na Alemanha é outra grande vantagem da empresa, pois ela oferece alguns serviços exclusivos e um ponto de apoio dentro da Europa. Mas novamente engana-se quem acha que é difícil ou caro entrar em contato com a Vai Maria. Quem liga para o número (51) 3251-4217 paga o preço de uma ligação normal para Porto Alegre, mas fala diretamente com a empresa na Alemanha.
 *Denise Dick Anwander mora na Alemanha há 9 anos e já viajou pelos mais diversos países do continente europeu




terça-feira, 30 de novembro de 2010

Kit Concursos Públicos - Cursos 100% OnLine - com certificado


CURSOS 24 HORAS - KIT CONSCURSOS PUBLICOS

Aproveite a Última Chance

ATENÇÃO: Frente ao grande sucesso e atendendo a inúmeros pedidos, a Promoção do Kit Concursos Públicos foi prorrogada até o fim de Dezembro. Aproveite a última chance para acessar o Kit Concursos Públicos neste ano.
Uma matéria publicada no Jornal Hoje da Rede Globo mostrou que no próximo ano serão abertos pelo menos dez grandes Concursos Públicos no Brasil.
O Cursos 24 Horas preparou um vasto material que atende a praticamente Todos os Concursos Públicos brasileiros - o Kit Concursos Públicos.
Para receber seu Kit Concursos Públicos gratuitamente, basta efetuar o pagamento de dois ou mais cursos quaisquer no site. Veja a Lista de Cursos

O Kit Concursos Públicos é composto por mais de 20 matérias, milhares de páginas em apostilas, 15 mil questões em simulados, provas anteriores com gabaritos, dicas e macetes para ser aprovado(a) nos mais concorridos Concursos. Veja o Conteúdo do Kit Concursos.
Independente dos concursos que serão abertos, o site Concursos no Brasil publicou uma matéria mostrando que atualmente existem mais de 30 mil vagas disponíveis em Concursos já Abertos, com salários que chegam a superar R$ 10 mil.
Se você tem interesse em prestar algum Concurso Público, mesmo que em um futuro distante, não perca esta chance de ter um material completo e de qualidade para estudar. O Kit Concursos Públicos não é vendido separadamente. Ele é oferecido gratuitamente para efetuar o pagamento de dois ou mais cursos somente até o fim de dezembro. Matricule-se Já!
Todos os nossos Cursos são 100% Online e contam com apostilas, apoio de professor e certificado de conclusão enviado pelos correios. São cursos completos a partir de apenas R$ 20,00.

Veja a lista de cursos http://www.cursos24horas.com.br/






domingo, 28 de novembro de 2010

As indústrias criativas como fator de desenvolvimento - o caso do artesanato no RS

GARSKE, Mara Eliza. As Indústrias criativas como fator de desenvolvimento – o caso do artesanato no RS. Santa Cruz do Sul: UNISC, 2009. 334 pag
* solicite versão completa PDF - 93,00 - contato@mgarske.com.br

O objetivo central desta dissertação é entender e relacionar as indústrias criativas como fator de desenvolvimento regional, destacando o artesanato no RS, como objeto central desta  análise, buscando respostas para algumas questões relacionadas aos objetivos propostos, tais como: ampliar os conhecimentos sobre a relação entre economia, cultura e desenvolvimento; compreender inter-relações, matizes, convergências, conflitos e justaposições que resultam da nova dinâmica estabelecida pela produção criativa; apontar os impactos sociais, econômicos e culturais das indústrias criativas, a nível de Brasil e de RS, através da apresentação de dados, especificidades, cenários, modelos existentes, tendência global, regional e de mercado, bem como construir um diagnóstico sobre o artesanato do RS objetivando a interpretação e conscientização do fenômeno em estudo. Um dos pressupostos deste trabalho investigativo assenta-se na idéia de que as indústrias criativas contribuem, e muito, para o desenvolvimento. As reflexões apresentadas têm como objetivo geral contribuir para uma melhor compreensão destes pressupostos. Para alcançar os objetivos propostos, partiu-se do embasamento teórico acerca da economia, cultura e desenvolvimento, das indústrias culturais às indústrias criativas, buscando relacionar estas noções com o artesanato e, assim, entender os fatores que levam ao desenvolvimento. A partir destas reflexões, da coleta de dados, de questionários e relatos, os resultados apontam as indústrias criativas como um fator de desenvolvimento, e que, a indústria criativa – artesanato – contribui, positivamente, para o desenvolvimento sócio-econômico e cultural do RS, necessitando, porém, de promoção, de espaços mais organizados para produção e venda, de qualiicação e incentivos.
Palavras-chave: economia, cultura, desenvolvimento regional, indústrias criativas, artesanato no RS.