terça-feira, 30 de novembro de 2010

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domingo, 28 de novembro de 2010

As indústrias criativas como fator de desenvolvimento - o caso do artesanato no RS

GARSKE, Mara Eliza. As Indústrias criativas como fator de desenvolvimento – o caso do artesanato no RS. Santa Cruz do Sul: UNISC, 2009. 334 pag
* solicite versão completa PDF - 93,00 - contato@mgarske.com.br

O objetivo central desta dissertação é entender e relacionar as indústrias criativas como fator de desenvolvimento regional, destacando o artesanato no RS, como objeto central desta  análise, buscando respostas para algumas questões relacionadas aos objetivos propostos, tais como: ampliar os conhecimentos sobre a relação entre economia, cultura e desenvolvimento; compreender inter-relações, matizes, convergências, conflitos e justaposições que resultam da nova dinâmica estabelecida pela produção criativa; apontar os impactos sociais, econômicos e culturais das indústrias criativas, a nível de Brasil e de RS, através da apresentação de dados, especificidades, cenários, modelos existentes, tendência global, regional e de mercado, bem como construir um diagnóstico sobre o artesanato do RS objetivando a interpretação e conscientização do fenômeno em estudo. Um dos pressupostos deste trabalho investigativo assenta-se na idéia de que as indústrias criativas contribuem, e muito, para o desenvolvimento. As reflexões apresentadas têm como objetivo geral contribuir para uma melhor compreensão destes pressupostos. Para alcançar os objetivos propostos, partiu-se do embasamento teórico acerca da economia, cultura e desenvolvimento, das indústrias culturais às indústrias criativas, buscando relacionar estas noções com o artesanato e, assim, entender os fatores que levam ao desenvolvimento. A partir destas reflexões, da coleta de dados, de questionários e relatos, os resultados apontam as indústrias criativas como um fator de desenvolvimento, e que, a indústria criativa – artesanato – contribui, positivamente, para o desenvolvimento sócio-econômico e cultural do RS, necessitando, porém, de promoção, de espaços mais organizados para produção e venda, de qualiicação e incentivos.
Palavras-chave: economia, cultura, desenvolvimento regional, indústrias criativas, artesanato no RS.


Novo perfil do alto executivo



Autoritarismo, “política do terror”, centralização e abuso de poder. Todas estas são características recriminadas por parte do mercado, nos dias de hoje, quando envolvem profissionais do alto escalão nas organizações. As empresas mudaram seu modo de agir e pensar e o conceito de colaboração é cada vez mais difundido. O CEO, ou Chief Executive Officer, é conhecido como o responsável pelo cargo de maior responsabilidade e é exigido também destes executivos uma nova postura.
 
Estes presidentes e diretores que agem de forma autoritária e que escondem as próprias falhas julgando seus subordinados pela falta de resultados sem saber como apoiá-los acaba sendo responsável pelos números finais da companhia. Não adianta apontar apenas para quem está embaixo: o próprio alto executivo acaba sendo desligado da empresa. Ao contrário de algumas décadas, em que os funcionários apenas acatavam ordens, nos dias de hoje os presidentes e diretores têm de agir mais como um. “O exemplo tem que vir da alta administração e, hoje, ela é formada pelos executivos que ‘colocam a mão na massa’ e são grandes facilitadores. Os CEOs têm de estar totalmente cientes da gestão comercial e foco de negócio das organizações”, observa Eduardo Bahi, Consultor de Carreira e Vice-presidente da Thomas Case & Associados.

Para Bahi, estes profissionais não terão autoridade sem serem responsáveis pelos resultados finais. “A palavra-chave é ser sempre um grande facilitador e ser firme na hora de ter que dispensar um colaborador que não corresponde às expectativas realmente”, completa.

O Chief Executive Officer tem que entender que as pessoas são agentes de mudança dentro de uma empresa. Ele não pode apenas detectar que a corporação está atuando de forma errada, e não tomar atitudes para mudar esse quadro. Ser um agente de mudança significa conseguir vender as ideias de forma assertiva para que os colaboradores alterem positivamente o cenário presente. “O primeiro conhecimento que eu busquei para me sentir preparado para assumir uma posição de CEO foi de como ter uma gestão focada em resultados com equipes de alta performance. Com isso, especializei-me bastante em cursos no Brasil, EUA e Europa para que pudesse me tornar uma profissional capaz de criar um clima organizacional motivador e, assim, atingir altos resultados”, conta Fernando Dias, CEO da Pure Bros, empresa líder no mercado de integração entre provedores de conteúdo e operadoras de celular. Segundo o executivo, corporações têm foco em resultados e a melhor forma de atingi-los e superá-los é por meio de equipes motivadas, focadas e felizes.

Promover um executivo da própria organização para o maior cargo ou contratar algum profissional de fora? As duas práticas são bastante executadas no cenário atual, porém ambas têm prós e contras. A maioria dos casos de contratação externa justifica-se pelo fato de não ter encontrado alguém preparado internamente. Muitas vezes, a empresa não dá oportunidade de carreira e buscam profissionais de fora: isso causa uma grande insatisfação entre a alta gerência. “Tenho notado que muitos diretores têm buscado recolocação porque na promoção para CEO, foi indicado alguém de fora, sem muito critério. Isso desestimula os colaboradores e a companhia perde seus talentos”, aponta Bahi.

Promoções internas sempre são bem-vindas, pois se subentende que o executivo já conhece o negócio e a cultura da empresa. Tomar uma medida errada é menos provável do que um profissional que não conhece a fundo o core business da corporação. “Anteriormente, eu atuava em um local onde o cargo máximo era o de Gerente Geral, pois havia um limitador político para chegar ao cargo de CEO. Porém nesta empresa eu já era responsável por toda a equipe e também por resultados, muito parecido com o que eu faço hoje. Acho que foi inevitável que, em algum momento, eu sairia para assumir uma posição mais alta em outra empresa, e se não fosse de CEO, seria bem similar”, relata Fernando Dias. Ele ainda diz que o trabalho feito gerou um grande resultado e, assim, muita atenção, dentro e fora da organização.

Como crescer

O cenário mudou bastante no mercado e existe uma vontade de crescimento muito grande por parte dos profissionais. Hoje, não existem tantas pessoas com vontade de abrir o próprio negócio como antes. O profissional moderno almeja crescimento dentro das companhias. Eduardo Bahi diz que pessoas que perderam o emprego na faixa dos 40 anos de idade não estão colocando mais como prioridade a tentativa de abrir o próprio negócio, como acontecia muito em um passado recente.

“Para que você alcance a posição de CEO você precisa ser humano e ter a capacidade de alcançar bons resultados através da liderança e não da hierarquia. Desta forma, para fazer com que as pessoas que estejam à sua volta tragam um resultado superior ao normal elas precisam estar engajadas e felizes com o que fazem e isso você só consegue sendo um líder carismático e prático, focando os colaboradores na busca pelo resultado que você espera”, indica o executivo da Pure Bros.

Fonte: Jornal Carreira & Sucesso - 410ª Edição - Caio Lauer - http://www.catho.com.br/






Neste NATAL Meu Mais Sincero Desejo

Que você sempre possa ter um Anjo ao seu lado
 tomando conta de você e de tudo que você faz,
lembrando-lhe de continuar acreditando
em dias mais brilhantes,
mostrando-lhe os caminhos para alcançar
os seus desejos e sonhos,
levando você a maravilhosos lugares ...
Que um Anjo possa dar-lhe uma fé
tão constante quanto o sol.
Que ele possa ser o guia para sua força e serenidade.
Que ele lhe traga amor, conforto e coragem ...
Que você sempre possa ter um Anjo ao seu lado!
Um anjo para amparar você se houver quedas,
que encoraje seus sonhos,
que inspire sua felicidade,
que segure sua mão dando-lhe firmeza e Amor.
Nossas vidas sempre estão em mudança:
Tanto vêm lágrimas quanto sorrisos
pelos caminhos que percorremos ...
Que seus caminhos sejam mil vezes
mais amorosos do que solitários.
Que eles lhe tragam bênçãos e presentes sem fim,
alguém maravilhoso para amar,
uma pessoa querida e amiga para confiar.
Que você sempre veja o arco-íris
depois da tempestade.
Que você sempre tenha a esperança
mantendo seu coração confortado ...
E que você tenha sempre, além e acima de tudo,
um Anjo bem ao seu lado.

Um grande abraço, com todo o coração e votos de um feliz e maravilhoso natal para você!
Natal 2010
(Autora - Silvia Schmidt)


Oração da Comunicação

Deus do Amor que te dás sempre
Em comunhão criadora,
Deus da vida partilhada
Frente aos processos de morte,
Deus da palavra encarnada
Em Jesus de Nazaré,
a serviço da Verdade,
Na convivência da Paz,
Pelas veredas da História....
Ensina-nos a escutar
O silêncio e o clamor
Dos deserdados da terra.
Ensina-nos a falar
A Boa Nova do reino
Bem no alto dos telhados
E no coração do mundo.
Que sejamos testemunhas
Da invencível Esperança,
Que consagremos a mídia
Ao serviço do Evangelho
Em abertura ecumênica,
Em plenitude ecológica,
Nos Povos da Nossa América,
Em cultura solidária
Entre todas as culturas:
Amém, axé, awere, aleluia.

Autor desconhecido

sábado, 27 de novembro de 2010

INESQUECIVEL



A artista Skenya , em pouco mais de 8 minutos, conta uma história , apenas com as mãos e areia fazendo a platéia, vibrar e chorar!!! Nunca vi nada igual!!!!
IMPERDÍVEL!

CRIATIVIDADE : o motor das empresas bem sucedidas

Por que quase ninguém se considera criativo? Criatividade se aprende? Todas as profissões precisam de pessoas criativas?
A criatividade tem sido um tema muito discutido na área organizacional, em razão desta relevante contribuição para as empresas:
• num mundo competitivo e em crise como o que vivemos, somente as organizações com excelente performance podem ser bem sucedidas;
• organizações excelentes somente são possíveis com profissionais (pessoas) excelentes;
• estamos ainda muito longe de atingirmos a excelência humana e organizacional, e precisamos, rapidamente, aprender como atingí-la;
• de todas as pesquisas realizadas para definir quais seriam as habilidades exigidas do profisisonal para o terceiro Milênio, duas conseguem resumir todas as projeções dos cientistas envolvidos com o estudo do tema:

Sua importância deve-se, principalmente, ao fato de que, frente aos cenários de intensa competição e de mudanças rápidas e contínuas, as empresas precisam criar novas e melhores maneiras de responder aos desafios e problemas da realidade organizacional.
Devido a este fato, torna-se necessário que as empresas aproveitem melhor o potencial criativo de seu pessoal. Isso implica em conhecer os fatores que influenciam a criatividade de forma a proporcionar condições que facilitem sua expressão e desenvolvimento. Com isso, as empresas podem atingir um melhor desempenho, o que significa a possibilidade de garantir vantagens competitivas.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Pesquisa de consumo - Homens são 56% mais inadimplentes

Segundo pesquisa realizada pela Rede Check Ok e divulgada nesta segunda-feira, os homens correspondem a 56% dos inadimplentes do país. O percentual inclui os débitos com cheque, crediário e duplicatas.

De acordo com a análise da rede, na divisão entre solteiros e casados, o primeiro grupo ocupa parte de sua renda com vestuários, esportes, lazer, entre outras ocupações. Já os casados utilizam gastos voltados para à família, como compras do mês, escolas, lazer e contas de consumo.

Em relação a 2009, houve um crescimento de inadimplência do consumidor de cerca de 5% em reflexo a crise financeira. A rede prevê queda para 2011 por conta do maior volume de negociação e pagamento de dívidas.

Mais um indicador para quem trabalha com crédito, lucrar com empréstimos e parcelamentos, mas não deixar de negociar para usufruir do poder de compra da população.

Fonte: Jony Lan, Especialista em estratégia, marketing e novos negócios - http://www.mktmais.com

Pesquisa: 77% das mulheres mandam no orçamento doméstico

Das roupas do marido à reforma da casa, a atriz Ellen Faria é quem manda no orçamento doméstico. São dela as decisões de como comprar, o que comprar e quando comprar. Longe de ser exceção, Ellen faz parte de um grupo que inclui a maioria das mulheres. Segundo pesquisa da Sophia Mind, empresa do grupo Bolsa de Mulher, especializada em pesquisas sobre o universo feminino, 77% das mulheres decidem pelo menos metade do orçamento doméstico.

Entre as casadas, o percentual sobe para 91%. Entre as divorciadas, são 95% as que controlam a maior parte dos gastos domésticos. O sócio da Sophia Mind, Bruno Maletta, destaca que elas tomam a decisão, mesmo quando quem vai pagar são eles. "É uma tendência mundial. A mulher decide qualquer compra, mesmo se o produto for masculino", diz.

A atriz Ellen Faria confirma as estatísticas. "Eu peço a opinião do meu marido, mas a palavra final é sempre minha", diz. A regra vale igualmente para a compra do supermercado e para a reforma da casa. "Trocamos todo o acabamento da nossa casa e eu escolhi cada azulejo", conta. Ela também faz planilhas mensais com as receitas e despesas do casal que apenas apresenta "para conhecimento" do marido.

Ele, o engenheiro Waldemar Guimarães Júnior, confirma que não faz uma compra sequer sem ouvir a opinião da mulher. "Não tomo nenhuma decisão sem o aval dela", diz.

Perfil

A CMO (sigla para Chief Marketing Officer, ou Chefe de Marketing) do Bolsa de Mulher, Ciça Mattos, diz que as mulheres são mais detalhistas que os homens e gostam de fazer pesquisa de preço e comparar produtos antes de decidir.

Ela diz que para atrair as mulheres as empresas devem abrir mão dos estereótipos e pesquisar a fundo os desejos desse público. "Não é só fazer um produto cor de rosa e falar que foi desenvolvido especialmente para as mulheres", afirma.

Nada como pensar nas opiniões das mulheres quando criar processos de atendimento ao cliente, você se surpreenderá.

Fonte: Jony Lan, Especialista em estratégia, marketing e novos negócios - http://www.mktmais.com

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Varejo: com canais de vendas e boas estratégias, os bens duráveis serão o carro-chefe

Mesmo sem a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e com a alta dos juros, o comércio varejista dá provas de sua força e deve continuar com crescimento, depois de registrar a maior alta da história no mês de março. O destaque devem ser os bens duráveis, nos quais grandes players -como o Grupo Pão de Açúcar (GPA)- apostam para alavancar suas vendas. O grupo, que divulgou as suas metas para este ano, espera alcançar, incluindo o Ponto Frio (Globex), vendas brutas totais acima de R$ 33 bilhões frente a R$ 26,2 bilhões registrados no ano passado; já quando vemos o guidance só para o grupo, a previsão é de vendas brutas de cerca de R$ 26 bilhões sobre vendas de R$ 23,3 bilhões.

No primeiro trimestre, o Pão de Açúcar também registrou crescimento de 47,1% nas suas vendas brutas em comparação ao mesmo trimestre de 2009, atingindo R$ 7,8 bilhões. Mas, se analisamos os dados do grupo sem a participação da Globex, o crescimento também é menor, de 19,9%, e vendas de R$ 6,3 bilhões.
 
Depois de comemorar bons resultados no primeiro trimestre, a companhia também afirmou que as vendas continuaram em alta em abril e no início de maio, e acredita que este ano terá crescimento real de vendas brutas nas lojas comparáveis de 4% a 5%, mantendo o patamar de 2009, quando cresceu 4,5%. Já seu capex (gastos de capital) deve atingir até o final do ano cerca de R$ 1,6 bilhão, frente a R$ 700 milhões em 2009.
 
Ontem, durante participação na Apas, evento supermercadista que está ocorrendo em São Paulo, Enéas Pestana, presidente do grupo, comentou a expectativa da companhia para com outros canais de vendas, como a internet, onde também explora a venda de não-alimentos e principalmente de eletrodomésticos e eletrônicos. Ele afirmou esperar faturamento de R$ 2 bilhões neste canal. No final de 2009, o grupo havia afirmado que a integração e a segmentação das operações de comércio eletrônico do Ponto Frio (www.pontofrio.com.br) e do Extra (www.extra.com.br), culminariam com a criação de um negócio de faturamento superior a R$ 1 bilhão.

Em teleconferência ocorrida esta semana, o grupo reforçou que a sua estratégia de crescimento para a área de não-alimentos é "alavancar vendas de não-alimentos nos hipermercados", além de se apoiar no pilar de crédito e contar com associações feitas com outras redes, como a aquisição do Ponto Frio e a possível conclusão do acordo com a Casas Bahia.

As expectativas da companhia em relação à área mostram ainda que o grupo aposta em um segmento do varejo que mais tem se destacado, o de bens duráveis, uma vez que, de acordo com os dados de venda no comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o maior crescimento registrado em março foi na categoria de Equipamentos e Materiais para Escritório, Informática e Comunicação (35,4%), seguido por Veículos e Motos, Partes e Peças (32,4%). Setores como Móveis e Eletrodomésticos (25,7%) e Material de Construção (19,5%) também tiveram forte alta, mostrando o bom desempenho do segmento.

Para Luiz Góes, sócio sênior e diretor da GS&MD -Gouvêa de Souza, consultoria especializada em varejo e distribuição, o destaque dos bens duráveis pode ser explicado por fatores como a maior oferta de crédito e confiança do consumidor, além do aumento da renda. "A massa salarial cresceu 7,3% em março deste ano frente a março de 2009. É uma quantidade significativa de renda a entrar no mercado, e boa parte vai para o varejo. Ainda há a expectativa da Copa do Mundo, boa para o varejo de eletrônicos", diz.

Análise

No comércio varejista em geral, as vendas subiram 1,6% em março, na comparação com o mês anterior, mas, na comparação com março de 2009, as vendas registraram aumento de 15,70%, o maior crescimento já registrado em meses de março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desde o início da série histórica da pesquisa, em 2001.
 
No primeiro trimestre, as vendas tiveram aumento de 12,80% frente às do mesmo período do ano passado, um dos mais fortes primeiros trimestres do setor, embora costume ser um período de baixa das vendas. Como há um movimento de aceleração nos últimos meses, foi registrada alta de 9,2% em dezembro, 10,4% em janeiro e 12,2% em fevereiro.

Todos os segmentos do varejo analisados pelo IBGE registram alta de acima de 6,4%, sendo que a maioria dos setores teve alta de dois dígitos nas vendas

Luiz Góes, alerta, porém, para o fato de que, apesar de o crescimento de 15,7% sobre 2009 ter surpreendido, só a partir de abril será possível fazer uma análise melhor da situação do comércio, uma vez que o primeiro trimestre de 2009 não foi tão bom - ou seja, a base de comparação é fraca -, e março foi o último mês de redução do IPI em alguns setores.

"A tendência é de que o crescimento continue, mas não tão acelerado quanto antes. Só com os dados a partir de abril poderemos ver qual será o crescimento sobre bases mais robustas, já que foi em abril de 2009 que o varejo retomou e passou a contar com incentivos do governo", disse o consultor.
 
Apesar de bases mais fortes de comparação, Góes acredita que o impacto do fim do IPI e do aumento da taxa Selic no último mês deve ser pequeno. "Em setores como o de veículos, as montadoras mostraram esforços e condições de manter preços mais baixos e continuar com financiamento; e a alta dos juros só costuma impactar o varejo depois de três meses", explicou.

Esse é o milagre das "fusões" e diversificações, novos horizontes, novos faturamentos
Fonte: Jony Lan, Especialista em estratégia, marketing e novos negócios - http://www.mktmais.com



Variável Governo no Marketing | Anvisa quer padronizar rótulos de produtos de limpeza

Há muitas indústrias que só investem em marketing quando são motivadas por regulamentações do Governo. Para evitar intoxicações pelos consumidores, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende padronizar os rótulos dos produtos de limpeza, como desinfetante, água sanitária, detergente e inseticida.

Esses produtos, chamados de saneantes, são a terceira maior causa de intoxicação no País, de acordo com o Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico Farmacológicas). Atualmente, cada categoria tem sua própria forma de rotulagem, o que acaba confundindo o consumidor.

Além da padronização, a proposta da Anvisa é criar um selo de registro que comprove a liberação do produto pela agência. O novo rótulo deverá apresentar dados do fabricante, da composição e a finalidade do produto.

Também será necessário que a embalagem aponte as situações em que o produto não deve ser usado, onde armazenar e os primeiros socorros em caso de intoxicação. A proposta proíbe que essas informações sejam impressas em áreas da embalagem que possam ser jogadas fora, como tampas e lacres de segurança.

Esses dados devem ser apresentados em letra legível, com 1 milímetro de altura entre as palavras e cor diferente da usada no fundo. Não será permitida a escrita a mão. As palavras em destaque deverão ser impressas em letras maiúsculas, negrito e com o dobro do tamanho do restante do texto. A proposta veda o uso de termos como não tóxico, seguro, inócuo, não prejudicial, melhor, excelente e incomparável.

O Centro de Controle de Intoxicações lembra ainda que as embalagens já divulgam um telefone para emergência. “A pessoa que ligar para aquele número que consta no rótulo deverá obter orientação em relação ao que fazer com a pessoa exposta. Então, é preciso que haja do outro lado da linha um profissional de saúde apto a dar essa orientação”, afirma Edna Maria Miello Hernandez, coordenadora do centro.

Se você trabalha em outras indústrias, será que suas embalagens já informam corretamente?
Fonte: Jony Lan, Especialista em estratégia, marketing e novos negócios - http://www.mktmais.com







Estratégia de vendas | Makro investe em novos segmentos, novos formatos e descarta atacarejo

O "cabeça" sempre faz a diferença. O contato direto com clientes é uma obsessão para o venezuelano Roger Laughlin, presidente do Makro no Brasil. Logo ao assumir o cargo, contratou 380 pessoas para visitar hotéis, restaurantes e empresas fornecedoras de refeição. Como resultado, as vendas para esse segmento, conhecido como “horeca”, cresceram mais de 30% entre julho e outubro de 2010.

Para o ano que vem, o executivo prepara um esquema de venda personalizada com serviço de entrega, além de diversificar a atuação com inauguração de lojas de conveniência e de novos postos de combustível. “Não se pode ter um negócio e esperar que o cliente venha até você”, resume Laughlin.

Na prática, a venda personalizada vai funcionar da seguinte forma: normalmente atendidos por pequenos distribuidores, os clientes “horeca” passarão a receber visitas de vendedores do Makro. Eles se encarregarão de tirar o pedido no próprio estabelecimento e ainda agendar a entrega. Até ambulantes estão entre o público-alvo. “Há cooperativas que reúnem donos de barracas de lanche, instaladas em frente a fábricas que faturam mais do que grandes restaurantes por quilo”, justifica Gustavo Delamanha, diretor de marketing do Makro.

Investir no formato conhecido como ‘atacarejo’, ou seja, lojas de atacado que atendem também o consumidor final, não está nos planos do grupo holandês SHV, controlador do Makro. Para o executivo, não interessa para a rede abrir, por exemplo, uma embalagem com dez refrigerantes para vender só dois. “Se eu fizer isso, vou precisar ter mais gente na loja para contar estoque e um número maior de operadores de caixa”, afirma. “Não impedimos a venda à pessoa física, mas não a incentivamos”, completa.

Ou seja, o Makro finalmente "acordou" no Brasil e vai tentar correr atrás do tempo perdido, pois praticamente "parou no tempo" num mercado altamente dinâmico em que quem investe mais, está sempre na frente. Muitos empresários se perguntam porque não consigo vender mais? Batem na mesma tecla e esquecem que o mundo muda e que ter apenas vendedores porta-a-porta não sustenta o seu negócio. Tá na hora desse povo abrir a mente e realizar mudanças radicais ou deixar a correnteza levá-los para o fundo do oceano.

Fonte: Jony Lan, Especialista em estratégia, marketing e novos negócios - http://www.mktmais.com




Pesquisa polêmica | mulheres com nome terminado em “a” têm mais parceiros sexuais do que as outras

Esse é o resultado de uma pesquisa que pode, eu disse, pode, apontar tendências. Mas no fundo é polêmico e fica a pergunta, será que as pesquisas são todas boas?

Uma pesquisa feita na França pela "Smartdate and printed in 20minutes.fr" e publicada pela revista Time revelou que mulheres com nome terminado na vogal "a" têm mais parceiros sexuais durante a vida.

De acordo com a pesquisa, mulheres com nomes terminados com outras letras têm uma média de 4,4 parceiros na vida.

Já entre as que possuem nome terminado em "a", essa média sobe - e muito.

Segundo a Time, o nome Laura, por exemplo, tem uma média de 9,7 parceiros, Tania 9,6 e Lola 9,5!!!

Será que isso ajudaria a definir estratégias de marketing para empresas de lingeries por exemplo? O que acha disso?

Fonte: Jony Lan, Especialista em estratégia, marketing e novos negócios - http://www.mktmais.com

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Gestão de Ativos Intangíveis: O Caminho do Crescimento com Valor Sustentável

É consenso entre as empresas e seus executivos que procurar novos focos para gerar crescimento de dois dígitos de forma a satisfazer os mais exigentes acionistas é tarefa tão necessária, quanto árdua. Fato é que são poucas as empresas globais que têm conseguido gerar, de forma consistente e contínua, margens de crescimento superiores a 10% ao ano. Neste jogo do mercado, a prerrogativa do acionista é a remuneração de seu capital na máxima possibilidade possível. A obrigação do gestor, do líder, do CEO, é criar estratégias e mecanismos para que isso seja possível, usando o mínimo de recursos possível. O inimigo é a concorrência, que compete pelos recursos escassos de market-share, mind-share e pocket-share. O Big Brother é o mercado e seus analistas, traders, investidores, market-makers e reguladores, que julgam as estratégias dessas empresas, impondo, em mercados mais desenvolvidos, o desafio da performance superior quarter a quarter. Fecham a equação de agentes, outros influentes reguladores, como ONGs e imprensa, que têm o poder de amplificar para o bem ou para o mal o que cada competidor faz para vencer o jogo, o Governo e a Sociedade e seus diversos interesses, os clientes e consumidores com seus diversos chapéus (e todo poder de conferir, em última instância, a vitória a quem desejarem) e os “aliados” que trabalham em/para cada competidor, traduzidos na figura de colaboradores, terceiros, fornecedores, parceiros, etc.

Baita jogo esse. Jogo que fica mais difícil a cada dia, porque de um lado imposições de qualidade, sustentabilidade, governança, tecnologia, etc fazem as empresas ficarem cada vez mais reféns de investimentos aparentemente sem retorno e cada vez mais parecidas em propostas de valor e, de outro, a certeza de que só a diferenciação e a inovação são capazes de trazer vantagem competitiva sustentável às empresas. Nunca é demais lembrar que na economia global, das redes e da Internet 2.0, os benchmarks de mercado, as medidas de gestão e os próprios produtos de serviços recém-lançados são rapidamente copiados e melhorados, gerando, na maioria dos casos, vantagem competitiva de baixa perenidade e frustrantes resultados factuais.

Se, à primeira vista, os mercados globais representam uma super-demanda, a realidade é que em larga escala, considerando competidores locais e diferentes perfis e culturas de consumo, esses mercados representam, para boa parte dos produtos e serviços supostamente globais, duas realidades opostas: ou uma super-oferta (vários deles completamente saturados), quando o produto/serviço realmente atende às premissas que o possibilitam ser global, ou pior, mercados no-demand, porque muitos produtos e serviços supostamente globais se mostram inadequados a uma proposta global de sucesso. O cemitério está cheio deles.


Pouco agregaria discutirmos os benefícios de se vencer a concorrência em mercados de super-demanda, como os de novo consumo. Isso é óbvio. Difícil é construir valor em mercados maduros, estagnados ou saturados. Há, porém, uma possibilidade extremamente palpável de se criar valor neste tipo de mercado. A Gestão dos Ativos Intangíveis das corporações, tais como marcas, inovação, sustentabilidade, governança, modelo de gestão, tecnologias, capital intelectual, conhecimento corporativo, networking e excelência na gestão de relacionamentos com clientes/consumidores e demais stakeholders.

Esses ativos são os verdadeiros diferenciais competitivos que cada empresa deve saber fazer acúmulo e uso estratégico para sobreviver e prosperar. Ou seja, são os geradores de valor de médio-longo prazo. Esse conjunto de ativos já hoje, em muitos setores, possui maior valor que os chamados ativos tangíveis. É o caso de setores como moda, tecnologia, internet, varejo, serviços, educação, farmacêutico e, cada vez mais, vêm se tornando também altamente representativos em setores da indústria em geral e no setor financeiro.

Verdade competitiva aqui exposta, a história deste jogo ganha tons de correria gerencial no Brasil, quando se verifica que, já a partir de 2010, as empresas de capital aberto, empresas que faturem anualmente mais de R$ 300 milhões ou que tenham patrimônio superior à R$ 240 milhões, terão de se adequar às normativas do IFRS (International Financial Reporting Standards), publicando seus balanços contabilizando de forma discriminada e valorada seus ativos intangíveis. E o balanço de 2010 deverá ser comparativo ao de 2009, que não precisará ser publicado, mas precisará ser construído. Pior ainda, quando em meados de 2010 percebemos que as regras para esse tipo de apropriação não estão exatamente tão claras. Ou seja, transparência, accountability e comunicação transparente também serão prerrogativas dos ativos intangíveis.

Medir, comunicar, publicar… Que desafio enorme, quando a maioria das empresas sequer compreende a natureza destes ativos ou quiçá possui modelos sistêmicos de gestão e acompanhamento para eles, que, via de regra, pouco recheiam de forma qualificada e quantificada os Balanced ScoreCards e outras ferramentas de gestão estratégica, orçamento e performance das empresas. A questão central aqui é que boa parte das empresas pertencentes ao grupo citado acima trata essa questão de forma desconectada de sua visão de valor, atribuindo a eles alto viés de custo e despesa, o que, sob forte pressão de performance do mercado e dos acionistas, acaba fazendo com que os executivos responsáveis por seu rumo estratégico dêem verdadeiros tiros nos pés, ao cortarem verbas e programas focados na construção de competitividade e diferenciação a partir destes ativos. Ou seja, pintam de vermelho seu potencial oceano azul.

Analise e conclua: é na marca, no conhecimento, no modelo de negócios, no chassis tecnológico, no capital intelectual, na rede de relacionamentos e em tantos outros ativos de caráter intangível que a estratégia de médio-longo prazo das empresas deve se ancorar, a fim de possibilitar que a empresa navegue com mais chances de sucesso rumo ao desejado oceano azul. Ou seja, competitividade a partir de vantagens sustentáveis, de real valor percebido pelos clientes e demais stakeholders. Em suma, é neste conjunto de vetores estratégicos, particular a cada empresa, em cada mercado, que se deposita o verdadeiro epicentro da diferenciação competitiva, aquela que alavanca o negócio das empresas garantindo que estas consigam alcançar as margens históricas demandadas por seus acionistas.

Até porque, jogo é jogo. Você está preparado? Sua empresa está? (Texto publicado no blog DOM)




A bem da verdade, as empresas globais operam numa constante disputa de alocação de recursos em busca dos oásis de novo consumo, como China, México e Brasil, mas o que de fato aparece são as bolhas de consumo, como a atual norte-americana (gerando um crescimento ilusório pelo super-endividamento do consumidor americano) e os mercados maduros da Europa Ocidental, de baixo crescimento a alta normatização.

Aberje lança 3ª edição de estudo sobre remuneração

Hoje um Gerente de Comunicação recebe entre R$ 10.500,00 e R$ 17.480,00 como salário básico mensal, patamares que aumentam quando considerada a remuneração variável. Os estagiários na área têm uma bolsa na ordem de R$ 8,90 por hora, se universitários de último ano. Estes são alguns dos resultados presentes no relatório final da terceira edição do Estudo de Remuneração da Comunicação Organizacional, lançado pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial/Aberje. O trabalho apresenta os valores de mercado em salários fixo e variável para o setor, além das políticas e práticas de administração salarial e de benefícios.

O material traz um detalhamento de valores para funções como Diretor de Comunicação, Gerente de Comunicação, Coordenador de Comunicação, Analista de Comunicação nas categorias Junior, Pleno e Senior, Secretária de Diretoria e ainda Assistente Administrativo. Para melhor efeito comparativo, a pesquisa também delimita explicitamente as atribuições básicas de cada cargo. Participaram empresas dos ramos de aviação, mineração, fertilizantes, cosméticos, química, papel, transporte aéreo, construção civil, auto-peças, telefonia e agro-indústria, entre outros. A maior parte delas apresenta um faturamento bruto na ordem de US$ 1 milhão a US$ 5 milhões (41%), tem capital nacional (41%) e está posicionada até o 100º lugar na classificação entre Melhores e Maiores da Revista Exame 2009 (40%), empregando acima de seis mil funcionários (38%).

Percebe-se que a Comunicação Organizacional tem estrutura própria em 76% dos casos, não estando subordinada a qualquer outra área, sendo que 39% das empresas tem entre 6 e 10 pessoas neste setor. Entre os processos sob responsabilidade da área de comuninação, estão o relacionamento com a imprensa (100% dos casos), as relações institucionais (88%) e a comunicação interna (81%). O salário médio da área, independente de cargo, está na faixa de R$ 7.600,00, com data-base de reajuste coletivo no mês de novembro (45%) - a análise também permite saber os percentuais de reajuste que foram concedidos na última data-base e se a aplicação foi em forma linear ou escalonada. Vale referir que todas as empresas participantes têm programa de remuneração variável de curto prazo (bônus e participação nos lucros e resultados).

Os executivos em 70% das empresas consultadas dispõem de automóvel concedido no pacote de benefícios, com troca a cada três anos (69%), havendo ainda o custeio total de combustível, manutenção, seguro e documentação. Em termos de idiomas, 93% das empresas oferecem subsídio médio de 68% do valor, mesmos índices quando o assunto é apoio para curso superior, especialização ou MBA. Para o administrador Carlos Alberto Ramello, um dos coordenadores do Estudo, é possível perceber um crescimento médio do salário fixo de 5,6% em relação aos resultados de 2009, enquanto que o salário variável apresentou um crescimento de 17,2%, passando, no geral, de 3,6 salários em 2009 para 5,3 salários em 2010.Também percebe-se um crescimento da importância estratégica da área de Comunicação Organizacional, uma vez que, em 2008 61% das empresas tinham estrutura própria não subordinada à outras áreas e em 2010 esse número subiu para 76%.

O relatório integral, que traz ainda políticas para transferências e ajudas para aluguel ou mudança, assistência médica e odontológica com respectivo percentual de participação do profissional no custo mensal, previdência privada, seguro de vida e alimentação, está sendo comercializado pela Aberje para interessados, ao custo de R$ 850,00 para associados e R$ 1.200,00 para não associados. Mais detalhes podem ser obtidos pelo e-mail pesquisa@aberje.com.br ou então no fone 11-3662-3990 com Ramello.


Os grandes estrategistas....

OS GRANDES ESTRATEGISTAS EQUILIBRAM PERÍODOS DE AVANÇO E RECOLHIMENTO

New Fiesta é festa!

! NEW FIESTA. É FESTA !




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Santa Cruz, Venâncio Aires, Lajeado, Cachoeira do Sul

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

CULTURA E COMUNICAÇÃO

O tema “cultura e comunicação” me remete ao essencial no desenvolvimento cultural e humano, que é a capacidade de diálogo que as manifestações culturais tem com os diferentes segmentos sociais e históricos da civilização.

A cultura não existe sem comunicação porque na essência significam as relações no sentido de interação, inter-relação, intercâmbio.

No decorrer da história, a comunicação, elemento essencial e central para o desenvolvimento cultural, adquire uma proporção e passa se desenvolver a partir de uma perspectiva de transmissão de conhecimento, de costumes e hábitos, para a manutenção dos valores fundamentais e “caros” às distintas identidades e povos.

A forma mais primitiva de expressão e comunicação ocorre ainda nos primórdios da civilização quando das pinturas rupestres nas paredes das cavernas, manifestação e forma de expressão de uma condição e pensamento.  O nosso conhecimento sobre as antigas culturas chegaram até nós por meio das manifestações artísticas que, de certa forma, foram os instrumentos de comunicação utilizados como ferramentas e porque naquele momento, as expressões culturais e artísticas dialogaram entre si e com o meio.

Desta forma a cultura se perpetua, e se mantém por meio da comunicação, da transmissão do conhecimento e das informações necessárias para a compreensão e entendimento dos processos sociais intrínsecos. Surgem então as ferramentas cada vez mais modernas para perpetuação, sustentação e divulgação de conceitos, valores, princípios, políticas, pensamentos e sentimentos.

Com isso, podemos afirmar que, com base na história e no desenvolvimento da cultura e da comunicação, o que difere o “hoje” do “ontem”, são as novas tecnologias e o impacto que esse movimento gerou em tão curto espaço de tempo na sociedade contemporânea.

O acesso a informação é tão veloz quanto um piscar de olhos. Interagir com pessoas, organizações, governos e sociedades de distâncias consideráveis e ter o conhecimento e as informações quase que simultaneamente ao acontecimento propriamente dito, com certeza, interfere no desenvolvimento cultural dos povos e comunidades.

A comunicação de certa forma, sempre “conversou” com a cultura. A  diferença são os meios e a forma como se estabeleceu e se estabelece estas relações no desenvolvimento do pensamento.

Hoje as mudanças de comportamento e a influência das culturas dominantes no desenvolvimento sócio-cultural e econômico das sociedades em desenvolvimento, acontecem no mesmo ritmo do desenvolvimento tecnológico. E este é um caminho sem volta.

Se é bom ou ruim, vai depender do contexto e do ponto de vista. Não existem verdades absolutas quando se trata de manifestações inerentes ao desenvolvimento humano.

domingo, 21 de novembro de 2010

Redes sociais influenciam 25% dos internautas na hora das compras

O dado é do instituto Ibope. Dos 8.561 entrevistados, 83% compartilham conteúdo nas redes sociais, como twitter e facebook. Além disso, 44% avaliam, comentam e participam de informações postadas pelos demais usuários; 10% editam, moderam e influenciam e 96% apenas leem, ouvem e assistem.

No Rio de Janeiro, 33% dos entrevistados que usam internet são influenciados pelas redes sociais na hora da compra.

E a sua empresa, está nas redes sociais? É? E já fez negócios puros que se iniciaram ou foram influenciados pelas redes sociais? Tem certeza que sua empresa está monitorando os resultados?

Fonte:Jony Lan, Especialista em estratégia, marketing e novos negócios -  http://www.mktmais.com



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Brasil tem cinco lojas para cada mil habitantes

Foi o que constatou uma pesquisa da Nielsen sobre o varejo na América Latina. O estudo visou comparar dois mercados importantes do continente: México e Brasil. Os dados mostram que, no País, o número de lojas cresceu 17% nos últimos sete anos, alcançando 2.259.289 estabelecimentos. Isso representa cinco lojas para cada mil habitantes no Brasil e 6,4 lojas para mil habitantes no México.

Arlete Corrêa, gerente de estudos especiais da Nielsen, explica que a concorrência do varejo em vários países da América Latina está ficando cada vez mais acirrada. Em geral, os varejistas têm se desenvolvido por meio do crescimento do número de lojas, aquisições e multiformatos.

Os canais que se destacaram na pesquisa foram o de farmácias e o autosserviço. O crescimento de lojas foi, respectivamente, de 6,9% e 4,8% no Brasil e de 4,4% e 4,6% no México, enquanto a soma de todos os canais cresceu 4,7% na América Latina.

A pesquisa também mostrou alta competitividade entre os dois canais. Segundo o estudo, 57% dos shoppers brasileiros de supermercados também compram em farmácias. No México, esse cenário compreende 65% dos shoppers.

“As lojas do canal farma/cosmético destacam-se ganhando gradativamente maior importância nas vendas em valor dos mercados de higiene e beleza no Brasil. Em 2009, no comparativo com o ano anterior, esse canal obteve maior crescimento em volume em 7 das 9 principais categorias da cesta”, analisa Arlete.

Comparando o varejo supermercadista brasileiro e o mexicano, o levantamento mostrou ainda que há uma menor concentração do mercado nacional. Isso se explica porque, no Brasil, os pequenos e regionais têm muita força. Enquanto o faturamento dos autosserviços dos principais varejistas no México soma 91%, no Brasil não atinge a marca de 64%

Fonte: Jony Lan, Especialista em estratégia, marketing e novos negócios. http://www.mktmais.com/

Alimentação fora do lar se consolida como opção de lazer


Durante a semana, 65% dos entrevistados que responderam a uma pesquisa da consultoria GS&MD – Gouvêa de Souza almoçam fora de casa em razão do trabalho. Nos fins de semana, no entanto, esse índice também é alto: 55%. E o motivo principal é o lazer. Os dados são se uma pesquisa cujo conteúdo completo será apresentado amanhã no Fórum Food Service Brasil.

Segundo o levantamento, São Paulo é a capital brasileira em que um maior número de pessoas tem o costume de jantar em restaurantes. Ainda de acordo com o levantamento, há no Brasil o hábito de pedir comida em serviços de delivery pelo menos uma vez por semana. Pizza, comida chinesa e hambúrguer são, nesta ordem, as opções preferidas. Exceção ocorre em São Paulo, onde a comida árabe aparece em terceiro lugar.

Fonte: Jony Lan, Especialista em estratégia, marketing e novos negócios. http://www.mktmais.com/

Efeito sustentabilidade


Supermercados vetam sacolinhas em Jundiaí




Nos supermercados de Jundiaí, as pessoas não saem mais carregando inúmeras sacolinhas plásticas. As compras vão em caixas, sacolas retornáveis - como as de pano - ou em poucas sacolas biodegradáveis, feitas com amido de milho.

O motivo: a prefeitura fez um acordo com a grande maioria dos mercados para que eles deixassem de oferecer sacolas plásticas comuns. "Não é uma exigência legal, fizemos uma parceria", ressalta o prefeito Miguel Haddad (PSDB). Segundo ele, um dos aspectos mais importantes foi realizar uma grande campanha de conscientização antes de implantar o projeto.

"Para nossa surpresa, a aceitação foi ótima. Há alguma reclamação aqui e ali, mas o desconforto é mais no início", afirmou o prefeito.

Para aumentar a consciência dos clientes e evitar desperdícios, as sacolinhas biodegradáveis custam R$ 0,19 cada uma - o preço de custo. Também por conta disso, os consumidores rapidamente se acostumaram a levar sacolas de casa.

"Quase ninguém tem comprado as sacolinhas. Estamos vendendo o equivalente a apenas 5% do que distribuíamos antes", conta Orlando Marciano, diretor-presidente da rede Coopercica. Para ele, isso não é um ponto negativo: "Nosso negócio não é vender sacola. Antes, as pessoas levavam para casa muito além do necessário".

Ele também tem recebido poucas críticas ao novo sistema e acha que a ideia vai se espalhar por todo o Brasil. "Achei que teríamos um problema maior, que as pessoas ficariam insatisfeitas. Mas passamos muito tempo conversando e explicando a mudança aos clientes", diz.

Agora, em vez de vender as caixas de papelão para reciclagem (o valor pagava metade das sacolinhas compradas), ele as dá para os consumidores.

Outra opção oferecida em alguns mercados são cestas de plástico que se acoplam no carrinho de compras e, depois, servem para levar os produtos para casa. Elas custam R$ 15 cada uma e têm capacidade para 12 quilos.

Só o começo. Em vários países, entre eles Alemanha, Polônia e Argentina, é comum a cobrança pelas sacolinhas plásticas. Segundo a campanha "Saco é um Saco", do Ministério do Meio Ambiente, desde 2002 os clientes pagam pelas sacolas na Irlanda - com isso, houve uma redução de 97% no consumo. Na China, o governo proibiu a distribuição gratuita de sacolinhas em 2008.

Edivaldo Bronzeri, vice-presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), afirma que o projeto de Jundiaí vai se espalhar pelo Estado e, quem sabe, pelo Brasil. De acordo com ele, Piracicaba, Sorocaba, Bauru e Monte Mor estão prestes a aderir. Em São Vicente, o projeto começa em janeiro. Foram dadas palestras para os feirantes de Jundiaí, e Bronzeri também apresentou a iniciativa em Belo Horizonte (MG).

Para não infringir nenhuma lei, ele conta que a entidade pediu a orientação do Procon. A recomendação foi de avisar os consumidores 90 dias antes de parar de oferecer sacolinhas gratuitas. "Ficamos cerca de 30 anos fornecendo sacolas de graça, era um contrato implícito com o consumidor."

Material

As sacolas biodegradáveis custam em média dez vezes mais que as convencionais. A sacola usada em Jundiaí é também chamada de compostável - ela pode virar adubo. "Os micro-organismos presentes no solo proporcionam em poucos meses a biodegradação completa, resultando somente em água, gás carbônico e biomassa, sem deixar resíduos nocivos ao meio ambiente", afirma a Extrusa-Pack, que produz as sacolas.

Segundo Gisele Barbi, gerente comercial da empresa, as sacolas se degradam em 180 dias. As sacolas plásticas comuns levam mais de um século. Isso não significa, entretanto, que a sacola biodegradável não tenha impactos ambientais. Ela ainda tem em sua composição derivados do petróleo - que provocam emissões de gases-estufa e as mudanças climáticas.

"O benefício desse produto é que ajuda a balancear o ciclo de carbono por ter em sua composição matéria-prima de fonte renovável (o amido de milho)", diz a empresa. Para Gisele, essas sacolas também são mais apropriadas para colocar o lixo orgânico, pois facilita a decomposição dele em vez de funcionar como uma "cápsula protetora".


Redução do problema

20 milhões de sacolas plásticas deixaram de ir para o aterro sanitário no período de um mês da campanha em Jundiaí. Para produzi-las são consumidos petróleo ou gás natural, não renováveis. Além disso, o descarte incorreto no ambiente pela população provoca aumento da poluição e o entupimento de bueiros, o que leva a enchentes.


PARA ENTENDER


O prefeito de Jundiaí diz que um dos motivos para fazer o acordo com os supermercados foi evitar o uso das polêmicas sacolas oxibiodegradáveis. Lojas como C&A, Riachuelo, Pernambucanas e Kopenhagen oferecem as "oxibio" - que se degradam mais rapidamente que as comuns, principalmente quando expostas ao sol.

A sacola pode se desfazer em 3 meses (se estiver ao ar livre) ou em 18, se ficar dentro de casa. As sacolas comuns levam dezenas de anos para desaparecer. Elas são feitas a partir de combustíveis fósseis, como as convencionais, mas recebem um aditivo que agiliza sua decomposição. Os que se opõem às "oxibio" afirmam que elas se decompõem em pequenos fragmentos, porém não desaparecem.

Fonte: Jony Lan, Especialista em estratégia, marketing e novos negócios. http://www.mktmais.com/













terça-feira, 16 de novembro de 2010

Buda dá aula de comunicação

Esse texto foi retirado do início do quarto ensinamento do nobre caminho óctuplo da filosofia budista – A fala correta.

Simples. Direto. Eficaz. Quase uma oração. Certamente um ensinamento. Talvez possa ser seu.

“Como tenho plena consciência de todo o sofrimento que pode ser causado por palavras descuidadas e pela incapacidade de ouvir o que está sendo dito, fiz o voto de cultivar a fala amorosa e a capacidade de ouvir com atenção, para poder ser um veiculo de alegria que traga alivio para a dor das pessoas.
Sabendo que as palavras podem gerar tanto felicidade quanto dor, estou determinado a dizer sempre a verdade, e a usar palavras que valorizem a outra pessoa e que inspirem alegria e esperança.
Não espalharei nenhuma notícia que não tenha certeza de ser verdadeira, e não criticarei nem condenarei aquilo que não conheço bem.

Evitarei pronunciar palavras que causem divisão ou discórdia, ou que contribuam para a separação da família ou da comunidade.

Tenho a firme intenção de fazer o melhor que puder para reconciliar e resolver os conflitos, mesmo aqueles que sejam considerados pequenos”

E o mais fácil é que basta apenas praticar… Que tal hoje? Por quê não?

Fonte: http://vocesa.abril.com.br/blog/marcio-mussarela/

O conceito da arte e da moda ou da arte-moda?

Arte ou moda? Arte e moda? Moda é arte? Essas são duas palavras que, sempre que aparecem juntas, provocam discussões acaloradas, pois alguns ilustres artistas não admitem que algo tão efêmero, pensado para durar pouco e totalmente relacionado à sociedade capitalista, possa ser arte. Já outros até se arriscam a traduzir em “roupas” alguns dos elementos presentes em suas pinturas ou esculturas.
Isso tudo faz lembrar um artigo de Adélia Borges chamado Designer não é personal trainer, onde ela tenta explicar o conceito do design e relacioná-lo ou diferenciá-lo da arte, apresentando pontos de vista de designers que se consideram designers e ponto e de designers que se consideram artistas, sim, e daí?

A questão hoje é essa. Esse ensaio proucra trazer mais algumas referências para refletir se moda é ou não arte. E para isso é preciso primeiro pensar um pouco a respeito da concepção que temos de arte. Apresento então três manifestações: “A Fonte” de Marcel Duchamp, 1917. “Marilyn Monroe” de Andy Warhol, 1962 e os parangolés de Helio Oiticica. Para você, essas manifestações são consideradas obras de arte ou não?

Bem, se pensarmos na tradicional concepção de arte, é possível que se chegue à conclusão que são apenas delírios de alguns loucos que se diziam artistas. E aí, vem à mente mais uma cena. Julia Roberts no papel de Katharine Watson, no filme O Sorriso de Monalisa, tentando ensinar história da arte para as alunas de uma escola aristocrática da década de 50.

Watson tentava mostrar às alunas da sua classe que a concepção tradicional de arte estava ligada a uma receita que era tida como valor inquestionável e como degrau da evolução humana, já que possuía mais refinamento que qualquer outra forma de manifestação. Porém, esta não era mais a base de reflexão e definição do que era arte. Esse movimento que começou a se desenvolver desde final do século XVIII, mas ganhou força no início do século XX, pensava em novas referências para a arte. E foi aí que surgiu Marcel Duchamp, dando o pontapé para a discussão dessa nova visão de arte e, mais tarde, desencadeou o movimento conhecimento como arte conceitual.

Em 1917, Marcel Duchamp surpreendeu o mundo da arte ao levar para uma galeria a obra intitulada “A Fonte”, que consistia num mictório com uma única intervenção do artista: a assinatura R.Mutt. A obra, seguida de várias outras, iniciou uma discussão então do que era entendido como arte e o que poderia ser considerado arte, já que novas formas de expressão surgiam e um novo contexto social, econômico e cultural, se instalava no início do século XX, como a fotografia e o cinema.

Walter Benjamin escreveu sobre isso e sobre a questão da reprodutibilidade nessas novas formas de arte. Segundo Benjamin, em seu texto A obra de arte da era da reprodutibilidade técnica, “o aqui e agora do original constitui o conteúdo da sua autenticidade, e nela se enraíza uma tradição que identifica esse objeto, até os nossos dias, como sendo aquele objeto, sempre igual e idêntico a si mesmo. A esfera da autenticidade, como um todo, escapa à reprodutibilidade técnica, e naturalmente não apenas à técnica”. A partir da era da reprodução técnica, a relação com a obra passa a ser outra. Ao contrário do passado, quando muito do seu valor estava em ser única e quase inacessível, com a reprodutibilidade técnica a obra de arte fica mais próxima das massas e, nem por isso deixa de ter valor e ser desejada. Fazer as coisas ‘ficarem mais próximas’ é uma preocupação tão apaixonada das massas modernas como sua tendência a superar o caráter único de todos os fatos através de sua reprodutibilidade. Cada dia fica mais irresistível a necessidade de possuir o objeto, de tão perto quanto possível, na imagem, ou antes, na sua cópia, na sua reprodução, explica Benjamin.

Além da idéia da reprodutibilidade, um outro movimento, o da arte conceitual que ganhou força na década de 60, também propôs novos elementos para o entendimento da arte. A Arte Conceitual, de modo geral, opera na contramão dos princípios que norteiam o que seja uma obra de arte e por isso representa um momento tão significativo na história da arte contemporânea. Em vez da permanência, a transitoriedade, a reprodutibilidade en vez da unicidade; contra a autonomia, a contextualização, a autoria se esfacela frente às poéticas da apropriação e a função intelectual é determinada na recepção.

Os representantes da Arte Conceitual entendiam que a idéia da obra era mais importante do que a realização do trabalho em si, cuja porção visível era aparente ou secundária. Para eles, o processo criativo do artista, e não o seu resultado é o que mais importava.

A partir disso e das obras apresentadas acima, acredita-se ser possível traçar um paralelo entre a arte e a moda. A moda é pautada na efemeridade, na mudança constante e trabalha o tempo todo a partir de elementos estéticos, assim como a arte: o jogo de cores, as texturas, as linhas e os volumes são parte da composição de um produto de moda. Isso sem falar no movimento, elemento das chamadas artes menores a que a moda se submete mas que dá a ela um formato único. Gilda de Mello e Souza complementa “é o movimento, a conquista do espaço, que distingue a moda das outras artes e a torna uma forma estética específica”. A moda é uma forma de arte que sofre a influência do espectador ou do usuário. Na arte contemporânea é uma das grandes propostas. Quantas vezes encontram-se obras, instalações em bienais ou museus de arte onde a proposta é interagir de modo físico com o espectador? A moda sempre fez isso.

Assim, pensar em moda e pensar em arte não deve ser algo tão distante. Os elementos que sustentam a arte conteporânea e os elementos que caracterizam a moda são muito similares, principalmente se obervarmos o contexto atual e as suas propostas. Voltando portanto à construções envolvendo as duas palavras: moda e arte, qual delas se fixa melhor para você?

Fonte: http://gramorelli.wordpress.com/2008/06/

A Classe C cai na Rede

Com a mesma velocidade em que ascende, a nova classe média brasileira se digitaliza – um duplo fenômeno que está mudando a face do mercado de consumo no Brasil. Veja os gráficos retirado da Revista Exame de 20/10/10 que aborda este tema: