sexta-feira, 28 de outubro de 2011

UNISC tem equipe representante em evento da Feevale


            Na madrugada de 28 para 29 de novembro acontece o 5º Madrugadão Feevale, e a Universidade de Santa Cruz do Sul estará representada pela equipe Às Ganha.
            O evento é organizada pela Feevale e acontece no campus da universidade em Novo Hamburgo, que abre suas portas no dia 28 às 16h horas.  Na competição vence a equipe que apresentar a melhor campanha publicitária em menos horas.
            A equipe santa-cruzense Às Ganha é formada por 10 acadêmicos do Curso de Comunicação Social da Unisc (entre eles PP, RP e Jornal) e liderada por Bruna Travi. O grupo vai contar com a experiência e ajuda do padrinho (escolhido pelos próprios integrantes) Zeca Onorato, publicitário da agência AMA, de Porto Alegre. O cliente da equipe será conhecido somente às 21horas de sexta-feira, e vai ser neste momento em que os integrantes poderão planejar e iniciar os trabalhos de criação da peça publicitária, porém, os encontros da Às Ganha já se iniciaram há uma semana e o pessoal vem discutindo idéias e buscando em autores renomados da publicidade formatos inovadores para a campanha.
            A competição tem hora marcada para acabar: às 7h do dia 29 todas as equipes devem entregar suas campanhas, e algumas horas depois  a grande vencedora será anunciada!
            Neste ano o Madrugadão Feevale vai contar com a participação de 13 instituições do Ensino Superior, totalizando desta forma 17 equipes inscritas. Além da Às Ganha, a Unisc vai contar com mais 2 equipes na competição.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

5 ferramentas para monitorar sua influência social


Quando se trata de meios de comunicação sociais, temos sempre muitas perguntas como:
> Como sabemos se o que estamos fazendo está funcionando?
> Quem são as pessoas que deveríamos impactar?
> Qual é a influência social?
> Existem ferramentas para nos ajudar a entender estes dados?
Felizmente temos bastante opções opções para ajudar a mensurarmos a nossa influência social, entender o que está funcionando e o que não, e mesmo em alguns casos o que oferecer para melhorar a sua estratégia de mídia social como um todo.
Abaixo estão algumas das ferramentas:
KLOUT
Klout é uma das ferramentas mais conhecidas no mercado social e sua missão é identificar quem tem influência na Web. Para fazer isso, o Klout lista as atividades em dez diferentes redes sociais – Twitter, Facebook, LinkedIn, FourSquare, YouTube, Blogger, Tumblr, Flickr, Last.fm e Instagram – para obter uma melhor compreensão do perfil on-line do usuário. A Integração do Google + deve vir em breve.
Para obter estas informações ele sincroniza suas contas e gera um gráfico de influência, incluindo:
- Pontuação Klout: Mensura a influência geral online.
- Influência Network: O nível de influência do seu público.
- Probabilidade de alcance: A probabilidade de que o seu conteúdo vai ser atendido.
- Alcance Verdadeiro


Uma das áreas mais interessantes da Klout, é a capacidade de comparar as pontuações de influência para identificar os tipos de pessoas que são influenciadores e as suas atividades. Por exemplo, Anita SmallBizTrend Campbell é identificada como um curador e somos capazes de ver porque e como a atividade é diferente dos outros.


Apesar dos bugs, ainda é considerada uma das melhores ferramentas que temos para mapear influenciar e determinar quem pode ser influente sobre determinados temas e como ele classifica a sua influência entre os seus pares.
TWYLAH
Twylah de destaca pela adição de contexto dos tweets e criando uma experiência totalmente nova. O serviço mostra por que você é influente:


Você pode clicar em cada item para ver os tweets dessa pessoa. Por exemplo, Dan Schwabel é influente sobre as marcas. comprar por que exatamente?


Agora você sabe que é capaz de ver que tweets constroem esta influência. Fora isso, o Twylah lhe dá uma nova forma de promover seus tweets para o público.
TWENTYFEET
TwentyFeet dá uma visão gráfica de como você influencia em vários canais de mídia social. O serviço permite que você acompanhe uma conta no Twitter e Facebook para uma conta gratuita, e, em seguida, oferece a opção de pagar por contas adicionais de US$ 2,50 por ano.


Assim que estiver configurado, o TwentyFeet vai monitorar sua conta e manter o controle de certos indicadores chave de desempenho como: Reputação, Influência, Conversas, análise pós, listas e outras informações. Você também pode alterar o período para procurar por trimestre, mês, semana passada, etc


PEER INDEX
Embora não tão chamativa como algumas das outras ferramentas, o Peer Index faz um bom trabalho para ajudar a entender onde você e outros tópicos são influentes. Surpreendentemente eles parecem acertar mais vezes do que não. Por exemplo, se taggearmos stalk Rhea, saberemos como ela é influente sobre: Internet e Web, Marketing Digital, Media Outspoken, Serviços Sociais Networking e Aplicações e Internet móvel e sem fio.
Considerando Chris Brogan é influente sobre:
Internet e Web, Livros e Publicações, projeto, Redes Sociais de Marketing.
Uma coisa boa é que ao clicar em qualquer um dos tópicos, ele trará uma lista de outros que são influentes sobre os mesmos temas, juntamente com sua pontuação p PeerIndex, lida com o Twitter e outros dados.


SPROUT SOCIAL
SproutSocial não é uma ferramenta para medir a influência social. É uma ferramenta de monitoramento completo de mídia social. Tem até um scorecard semanal para ajudá-lo a manter o controle de novos seguidores, Menções, Volume de Mensagem e níveis de engajamento, bem como de dados para obter o máximo de cliques nos seus links.


Do site Outspoken Media
http://midiaetc.com/Fonte: 

Crise também afeta grandes portais da web



O mesmo fenômeno responsável pela crise no modelo de negócio dos jornais impressos começou agora a atingir também os produtores de conteúdo na internet, segundo dados que acabam de ser divulgados pelo insuspeito setor da publicidade online.
As revistas Slate e Salon, as mais bem sucedidas publicações do gênero da internet, estão perdendo anunciantes num ritmo que oscila em torno dos 12% ao mês. Fenômeno idêntico afeta os sites Yahoo! e American Online (AOL), cujo modelo de negócios passou a ser alavancado pela produção de conteúdos informativos, após os insucessos na área de buscas e correio eletrônico pago, respectivamente.
Segundo a empresa norte-americana de marketing eMarketer a participação da AOL no bolo publicitário dos grandes portais na web caiu de 6,8% em 2009 para magros 4,4% em 2011, e tende a bater nos 3,7% em 2012. Enquanto isso, o portal Yahoo! patina nos 16% no mesmo período, enquanto o mecanismo de buscas Google saltou de 3,6% em 2009 para previstos 16,7% do faturamento global em 2012. Outro site que cresceu vertiginosamente é a rede social Facebook, que foi de 7,3% há dois anos para 21,6% em 2011 e deve chegar aos 23,8% no ano que vem, segundo o eMarketer .
A empresa de consultoria financeira Mcquarie Group confirmou queda de faturamento publicitário da AOL num informe divulgado na primeira semana de setembro, no qual faz previsões pessimistas para os portais que tradicionalmente se apóiam o hard news.
Tanto as revistas Slate e Salon como o Yahoo e a AOL estão pagando o preço de não terem dado a devida atenção a uma regra básica do capitalismo: o excesso de oferta provoca a queda de preços. Todo o produto ou serviço com abundante oferta no mercado tende a custar cada vez menos, e foi justamente o que aconteceu com a informação desde que a internet passou a fazer parte do dia a dia de quase dois bilhões de seres humanos.
A avalancha informativa baixou a quase zero o preço da informação bruta e da notícia jornalística primária. O que os americanos chamam de hard news pode ser acessado hoje em milhares de páginas e blogs da internet, sem falar nas redes sociais e fóruns. O resultado é uma desvalorização inédita no preço cobrado pelos transmissores de informações e notícias.
Em compensação, os usuários da internet passaram a dar cada vez mais atenção aos sites que os ajudam a encontrar a notícia que procuram e que, quase sempre, está perdida no meio do chamado entulho informativo. Toda a informação que não serve ou não é do interesse de uma pessoa é considerada lixo, conforme a polêmica Lei de Sturgeon, segundo a qual 90% do que está publicado na web é considerado lixo informativo.
Acontece que o que para uns é lixo para outros é informação útil. E quem separa o joio do trigo em matéria de informação são sites como o sistema de buscas Google, cujo valor estimado no mercado corporativo chega perto dos 200 bilhões de dólares, segundo uma avaliação da revista norte-americana Forbes. O valor pode ser exagerado, mas é verossímil, pois o Google nos ajuda a achar a agulha no palheiro da internet, portanto não podemos viver sem ele.
Além disso, o mercado dos sistemas de busca na web, mesmo em expansão, está muito longe, mas muito longe mesmo da saturação em matéria de oferta de serviços. Portanto, a sua tendência é a valorização, enquanto as empresas jornalísticas perdem cada vez mais espaço diante da multiplicação frenética de sites ofertando o chamado hard news.
Há uma enorme perspectiva de valorização dos sites que oferecem informação qualificada, mas o problema aí é financeiro. Produzir informação contextualizada custa caro e, no momento, o mercado consumidor ainda é reduzido. Quem quiser apostar nesse nicho tem que pensar no futuro e descobrir uma fórmula como a da Google, que não cobra nada pelos resultados de buscas na web mas usa a fidelidade dos usuários para faturar em publicidade online.
Por Carlos Castilho para o Observatório da Imprensa.

domingo, 25 de setembro de 2011

A lebre e a tartaruga: uma breve reflexão sobre as mudanças na indústria da comunicação

Sempre me questionei com relação a real função dos contos de fada. Um deles é o da lebre e da tartaruga. Dizer que a tartaruga ganhou da lebre só porque ela entrou de “salto alto” na corrida, convenhamos, não condiz com a realidade. A meu ver a lebre ganhou a corrida, sim, e ponto. A história que conhecemos foi contada, no mínimo, pela tartaruga.

Em tempos de internet vemos lebres e tartarugas se digladiando a todo momento. O mercado está cheio de tais exemplos. Empresas novas e ágeis que vencem (e que compram) as seculares instituições sobre as quais baseou-se a economia das últimas décadas. O exemplo AOL-Time-Warner perdeu sua posição de notícia chocante para a recente Google-Motorola. Aquisições que acontecem e que, para os mais velhos, simplesmente não fazem sentido segundo a lógica industrial, lenta e pesada.

A velocidade tem vencido a senioridade e não há muito o que fazer ou lutar com relação a isso, só constatar o fato e agir em função dele. Costumo dizer que qualquer modelo de negócios que não tenha mudado muito nos últimos 20 anos vai mudar radicalmente nos próximos 5. O modelo do mercado publicitário e de comunicação como um todo já está sentindo essa necessidade de mudança. Vivemos na era da lebre, não mais da tartaruga.

Algumas agências agem como a tartaruga que dominou uma era e que agora reina, mas já não governa como outrora. As que antes tinham seu quinhão garantido, veem-no diminuir dia a dia e já se questionam a respeito do futuro. Agências que trabalham somente no mercado tradicional de comunicação se perguntam para onde este barco está navegando e quem é o louco que está no timão. Não acho que a resposta seja fácil, porém, vou esboçar uma opinião sobre o tema.

A primeira pergunta que geralmente me fazem é de onde vem a receita das agências online. Uma agência online, em média, ainda não fatura tanto quanto uma agência convencional. O motivo é simples: internet não tem BV e dá muito trabalho. Muito, mesmo. Isso é fato.

Mão-de-obra extremamente qualificada, mensuração de resultados a todo tempo via ferramentas de web analítica, prazos apertados em projetos complexos que envolvem muitas pessoas de competências diferentes, falta de profissionais no mercado inflacionando os salários do setor, clientes que não entendem o que é o digital pedindo coisas impossíveis de serem feitas no budget e prazo definidos etc.

O modelo parece insustentável e incompatível com uma era de economias e de extremo cuidado pós-crise (sendo que, para muitas empresas de atuação global, a crise ainda não acabou). Não é difícil perceber que, se não mudarmos o modelo da agência atual, a margem tende a diminuir até a autofagia do segmento.

Um modelo que hoje tem mostrado força é o da agência que une ações online e offline (passeando naturalmente entre os “dois mundos”). A Agência Click já partiu para esse modelo há algum tempo. Vejo que um passo natural nesse sentido é unir ações de guerrilha, como a Espalhe tem feito, com ações online e comunicação tradicional. Engajar o consumidor, porém, isso pode dar tanto ou mais trabalho que a comunicação via web que mencionei no início do artigo. A conclusão é de que, independente do tipo de agência, web ou “360″, a época das contas gordas com trabalho razoável vai acabar. A maré, caso o modelo atual insista em perdurar, será de trabalho insano com remuneração parca.

Muitas agências ainda insistem no modelo tartaruga “TV-jornal-revista” simplesmente porque não entendem o mundo digital da lebre. Fazer com que equipes do universo das ciências humanas, em que o profissional que mais sabe mexer no Excel é o “mídia”, se mescle ao universo das ciências exatas, em que palavras como “scrum”, “php” e “gerenciamento de projetos” fazem parte da rotina não é nada fácil.

A internet une as humanas e as exatas, porém, de modo bem mais complexo. A coisa toda agora é “caórdica”. Qualquer ação digital tem que contemplar a possibilidade de críticas em tempo real e exponencial, falta de controle, ambiente fluido e ligeiro. Ter que “trocar o pneu com o carro andando”. Pontos que o mercado industrial acostumado a comando-controle não sabe lidar. Um ambiente que não se encaixa suavemente na estrutura hierárquica empresarial moderna, diga-se de passagem, baseada na hierarquia militar, tartaruga.

Apesar das agências não quererem esse modelo para elas – e eu digo que elas eram felizes e não sabiam – o ponto é que os clientes estão demandando trabalhos e estruturas online dinâmicas e voltadas para resultados offline tangíveis. Isso força às agências a terem seus departamentos online ou, no mínimo, uma cultura digital, interativa, que extrapole o rótulo digital e crie soluções inovadoras que integre o analógico e o digital de maneira sinérgica e eficiente. O mundo da tartaruga e o da lebre em comunhão – não poderia haver algo mais difícil de se obter.

O caminho parece ser esse, mas não sem dor. Algumas grandes agências só faltam construir barragens para conter o que não é possível segurar: a força da natureza humana libertária e consciente do que é melhor para si mesmo. Compram agências web que se destacam na região para deixá-las no ostracismo ou fechá-las, convencem os clientes de que “esse negócio de internet não faz verão” e subjulgam a comunicação online como um mero apêndice da convencional. Não poderia haver erro maior em um mercado que já mudou (a discussão “se o mercado vai mudar ou não” já caducou. Todos sabemos que esse é um caminho sem volta).

É necessária uma nova abordagem de negócios e um “desapego” com relação ao que sustentou o mercado na era industrial. O velho Ogilvy, se hoje estivesse vivo, seria certamente um homem transmidiático. Sim, a palavra é transmídia. Se fosse só o universo web versus o universo tradicional, seria até mais fácil de entender. A realidade não é assim. O caminho está na experiência da tartaruga e na velocidade da lebre andando de mãos dadas, o que gera conflitos naturais por unir competências tão distintas.

Unir o mundo dos átomos e o mundo dos bits muda qualquer tipo de empresa – agência, veículos e clientes – de forma disruptiva e não linear. Visualizações de soluções existem, mas nenhuma mantém o status quo. Todas representam rupturas no modelo atual de remuneração, serviço, contratação etc. Ou seja, uma mudança no mercado de comunicação de modo geral.

A explicação para toda essa mudança é a de que não foram as empresas que mudaram, foi a economia. Não foi o setor, foi o comportamento e a cultura da sociedade. A mudança vem de algo anterior ao nosso segmento ou mercado-alvo. Uma vez que chegamos em uma economia baseada em informações, em dados, em bits espalhados pela rede – essa tecitura subjacente às nossas vidas – tudo muda.

Alguns pontos fazem com que a internet seja diferente de tudo que apareceu antes em termos de comunicação e isso não é novidade para ninguém. A escala global ao alcance de um garoto de 12 anos em sua casa é um deles. A total e imediata mensuração de resultados é outro. A queda da geografia criando um local virtual, que coexiste com o nosso já conhecido local físico newtoniano é outro.

No mercado de agências, a pressão por resultado de curto prazo na comunicação vai aumentar cada vez mais. Por dois motivos, primeiro porque hoje é possível estimar resultados. Segundo por algo chamado “fantasma da crise”. Agências que gerarem resultados para o clientes em escala conseguirão gerar muita receita independente de comissões pois mostrarão à empresa o quanto ela economizou de forma mensurável e, devido ao alcance da rede, isso pode representar muito dinheiro para a empresa. Mudamos do discurso “é difícil mensurar publicidade” para o “minha agência aumentou minha receita em 25% com a ação de revista associada a Adwords em apenas 12 dias”, por exemplo.

Em função disso, percebo um movimento futuro em que as agências vão se dividir em três grandes grupos:

O primeiro grupo é o de agências que vão mudar seu foco de “criação de comunicação” para “empresa que entrega resultados mensuráveis de vendas a curto prazo”. Alguns segmentos de mercado irão naturalmente migrar para esse tipo, principalmente varejo e pequenas empresas de serviços – imobiliárias, concessionárias, segmento hoteleiro dentre várias outras. A internet terá papel preponderante nesse grupo. A agência cobrará basicamente em cima dos resultados mensuráveis que ela obtém para o cliente e sua performance determinará seu sucesso. Um modelo de parceira de alto contato entre cliente e agência e fidelidade baseada em satisfação medida no caixa. Um modelo de corrida constante atrás do consumidor, porém com excelente remuneração. Não indicado para os que têm estômago sensível.

Já temos empresas nesse modelo. No mercado norte-americano temos o modelo pay-per-click – como o Google-, o modelo pay-per-lead – como a portuguesa ActualSales, que teve faturamentos de 10 e 15 milhões de euros em 2009 e 2010, respectivamente – e o modelo pay-per-sale, que está iniciando como uma estratégia para ganhar o cliente que está no modelo pay-per-lead. Quanto mais de nicho for o cliente, melhor esse modelo vai se encaixar em suas necessidades porém, o modelo pay-per-lead não é exclusivo de clientes pequenos. Basta ver a lista de Clientes da ActualSales, que inclui Microsoft, Citroen, EDP, Telefonica dentre várias outras.

Dentro desse grupo, teremos também as agências maiores com foco em grandes clientes de varejo como Casas Bahia ou Magazine Luíza. Para esses, a mídia tradicional deverá trabalhar em conjunto com a internet para promover vendas em larga escala. O pagamento será cada vez mais baseado em performance de vendas. As Casas Bahia já experimentaram a comunicação mista online/offline baseada em cupom de desconto divulgado no Adwords para o Super Casas Bahia com êxito de 4% em compras efetuadas no evento, em campanha online feita pela Energy.

Pagar por resultado, inegavelmente é muito sedutor para o cliente e esse modelo em breve estará no Brasil com força total mexendo nas bases de nossa indústria baseada em cobrar por apenas comunicar, independente do resultado que isso traga.

O outro grupo vai trabalhar brand sem a necessidade de resultados em vendas a curto prazo. Alguns segmentos estarão nesse grupo, principalmente grande empresas e modelos de negócios que tenham que se preocupar com gerenciamento de crise a todo momento (no qual estão inseridas empresas como Petrobras, Vale dentre outras).

Durante alguns bons anos ainda a mídia tradicional terá papel preponderante nesse grupo. Na verdade, esse tipo de empresa compra todo tipo de mídia que construa sua marca, mas em um país em que ainda há mais de 110 milhões de pessoas completamente fora da rede, a mídia tradicional ainda será essencial. Esse é um mercado restrito que deverá ser cada vez mais competitivo e que será disputado por grandes agências.

É importante ressaltar que algumas grandes empresas já estão aderindo também às empresas no modelo pay-per-lead como as de venda de planos de telefonia ou TV a cabo, que tem foco em geração de leads a todo momento.

Para citar o terceiro grande grupo, vamos antes falar de uma mudança que já está acontecendo, principalmente para pequenos clientes: a dos próprios clientes fazendo toda a sua comunicação direto com o veículo, desintermediando a agência. Isso devido às soluções satisfatórias de comunicação que o cliente terá a sua disposição. Clientes poderão fazer banners, cartões de visitas, cartazes e folders como hoje fazem sites semi-prontos.

Na área de veiculação, clientes poderão comprar espaços diretamente de estações de rádios ou espaços em jornal por meio de um Google da vida – como em seu programa Adsense – porém, no mundo off line. O que não deixa de ser uma espécie dos tão polêmicos bureaus de mídia.

Logo, logo aparecerá alguma empresa brasileira de compra de espaço publicitário via leilão online em veículos que querem diminuir seu calhau, geralmente os menores. Isso já é realidade em vários outros países. Um Google Adwords brasileiro para atuar no mercado eletrônico e impresso. Leis não irão segurar isso por muito tempo em um mundo globalizado em que o cliente quer gastar cada vez menos. Os próprios veículos poderão criar tais soluções. Consigo enxergar um modelo de compra coletiva de espaço publicitário com plataformas criadas pelos próprios veículos ou empresas segmentadas para esse fim.

Ainda com relação a soluções web based em que o próprio cliente poderá confeccionar o seu anúncio, é lógico que o layout não ficará tão bonito, nem tão objetivo. A trilha sonora do anúncio de rádio não ficará tão adaptada ao produto. A locução poderá ser comprada pela internet, mas o texto poderá não ficar tão bom. O ponto principal é que, independente de ficar perfeito ou não, tudo isso será uma solução satisfatória e será muito barata, pois será um auto serviço que eliminará mão de obra do veículo ou fornecedor. Bom para o cliente, bom para o veículo. Ruim para a agência.

Ainda há o papel de empresas de Crowdsourcing Advertising como Zooppa, We Do Logos, NoAgency (recentemente comprada pela ActualSales) e outras que não são agências, mas sim, comunidades de profissionais de comunicação desenvolvendo trabalhos pela internet. Muitos desses profissionais trabalham em outras agências. A palavra é comunidade. A Zoopa, por exemplo, tem mais de 70 mil membros desenvolvendo trabalhos para Nova Schin, Sky, Microsoft, Tecnisa, Danone e muitas outras grandes empresas em um sistema de inovação aberta em comunicação.

Tudo o que puder ser transformado em bit, será comprado, brifado e enviado pela web. De locução de anúncio de rádio a arte de impressos. Com a possibilidade do cliente receber dez, vinte opções e escolher a que mais gostou a um preço menor do que pagaria na agência por três ou quatro. Difícil resistir a essa proposta de valor. É a lebre em ação. Não adianta alimentar a negação porque este cenário já é realidade.

Provavelmente as próprias gráficas desenvolverão softwares web based facilitando o trabalho de criação de cartazes e outras peças gráficas. As rádios desenvolverão softwares web based para a confecção de anúncios e ainda terão uma comunidade de locutores como a Zooppa tem de criativos. Já há empresas como a Zazzle, presente em 17 países, com mais de 500 mil produtos únicos criados de maneira customizada por dia, de cartões de visitas a bottons, de posters a gravatas. Os clientes enviam sua arte – que pode ser criada no próprio site por meio de ferramentas online – e tem o seu produto em mãos por demanda.

Percebo que em pouco tempo não haverá muitas agências de comunicação no modelo atual para clientes pequenos, somente para os médios e grandes. É nesse terreno árido que surgirá o terceiro possível grande grupo de agências: as que virarão veículos criando suas próprias soluções de comunicação para os clientes como uma reação natural ao movimento de desintermediação dos veículos com relação às agências.

A tecnologia, tanto de software quanto de hardware, hoje está muito barata e acessível. Qualquer um com verba mínima necessária para contratar um desenvolvedor web e um designer, consegue fazer um aplicativo para Facebook ou smartphone, consegue fazer um site para um público segmentado, criar uma rede social etc. Algumas agências médias já estão partindo para esse modelo já que estão vendo suas margens baixarem dia a dia. Se transformam em vendedores de sua própria solução de veiculação de marcas.

Isso faz com que a agência vire uma agência de si mesma e extrapole a venda pura e simples de serviço que depende de mão de obra qualificada, cara e escassa. Assim a agência passa a vender tráfego e veiculação para o cliente e ganha com a escala que a internet possibilita. Nesse modelo, quanto mais followers, friends etc for associada ao produto criado (aplicativo, site etc.), mais a agência ganhará em poder de barganha com o cliente gerando uma maior fidelização e vendendo soluções agregadas de criação para a sua plataforma. Cria-se um novo modelo de negócios em que nesse caso é a agência que desintermedia o veículo vendendo o contato direto do consumidor para o seu cliente.

Agência que estão partindo para esse modelo normalmente trabalham segmento por segmento utilizando a expertise que já tem em conhecimento do mercado consumidor e como atingi-lo. Algumas agências norte-americanas já migraram para esse modelo e a tendência é que isso se espalhe para outros países, inclusive para o nosso.

A conclusão a que chegamos, seja por que caminho for, é a de o mercado está mudando bastante e tais modificações não estão dando ares de diminuição de velocidade. Pelo contrário. A cada novo tablet, a cada novo smartphone com mais funcionalidades, a cada nova mídia social que surge, maiores são as possibilidades, logo, maior o número de novos players para desestabilizar o mercado que conhecemos e mais as empresas lebres levam vantagem.

A internet mudou a economia, portanto, mudou também todo o restante que vem a partir daí. Estamos diante de uma era de transformações profundas que não devem ser ignoradas. Repensar a sua empresa diante de tais mudanças no mercado pode ser a diferença daqui a poucos anos entre ter ou não ter mais uma empresa. A lebre e a tartaruga devem trabalhar em conjunto, porém, enquanto isso não acontece, a lebre está vencendo a corrida. Não leve tão em conta os contos de fada, a realidade é bem diferente.





sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Marketing digital | Agências online faturaram mais de R$ 1,5 bilhão em 2011

A ABRADi, Associação Brasileira das Agências Digitais, divulga os resultados consolidados da terceira edição do Censo das Agências Digitais Brasileiras. A pesquisa tem como principal objetivo apresentar um panorama atualizado da comunicação digital do país.

Esse ano, o estudo contou com a participação de cerca de 400 agências de todo o país, incluindo empresas não filiadas à ABRADi. “Conseguimos dobrar e qualificar ainda mais a base de respondentes, o que garantiu realizar uma análise mais profunda e real do setor”, explica Diego Rydz, sócio-diretor da Setweb e diretor da ABRADi, responsável pelo projeto.

Entre os principais dados apontados pela ABRADi, destacam-se o crescimento no número de agências digitais que saltou de 2.518 para 2.787 – um aumento de 10% em relação a 2010. Esse valor percentual permaneceu constante nos últimos três anos.

E o valor do faturamento das agências que ultrapassou a marca de R$ 1,5 bilhão. Segundo a pesquisa, as 2.787 agências pesquisadas faturaram R$ 1.510 bilhões (sem considerar os investimentos em mídia), ou seja, 55% a mais do que em 2010, valor percentual muito acima de qualquer índice de crescimento econômico. “É um crescimento surpreendente”, afirma Cesar Paz, presidente da ABRADi.

Outro dado destacado pelo 3º Censo das Agências Digitais, diz respeito aos serviços mais executados. De acordo com o censo, a criação de websites continua sendo a principal atividade das empresas, seguido pelo crescimento significativo dos projetos focados em redes sociais e campanhas publicitárias.

Além disso, o censo aponta um aumento no número de empregos diretos gerados. Ao todo, o setor emprega 25.500 mil pessoas, tendo aumentado esse número em 9,81% em relação a 2010.

De acordo com Cesar Paz, presidente da ABRADi, “os resultados revelados pelo 3º Censo das Agências Digitais apontaram que o mercado de comunicação digital brasileiro responde por cerca de R$ 5 bilhões, levando-se em consideração os dados divulgados pelo IAB Brasil que correspondem aos investimentos em display mídia e search marketing”, diz Paz. “Na nossa visão, é impossível desconsiderar alguns serviços prestados pelas agências – planejamento, produção, conteúdo, entre outros – do que entendemos por comunicação digital”, conclui Paz.

Fonte: Jony Lan  - Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
Fonte: Adnews

Comportamento de compra ajuda às empresas a definir estratégias de marketing. Sua empresa faz estratégias de marketing sem pesquisa?

Comportamento de compra ajuda às empresas a definir estratégias de marketing. Sua empresa faz estratégias de marketing sem pesquisa?

Segundo a pesquisa "As poderosas da nova classe média brasileira", realizada pelo instituto Data Popular em parceria com a Abril Mídia, as mulheres da classe C dão mais valor a roupas de marcas do que os homens da mesma classe, são 60,2% contra 56,8%. As entrevistadas da considerada a nova classe média brasileira, 38,9% afirmaram que compram roupas a cada três meses. Enquanto 22,7% responderam que comprar uma vez por mês ou mais.

A inspiração feminina da hora das compras, segundo o estudo, vem do mundo dos famosos, pois 80,3% das mulheres da classe C se baseiam nos modelos usados em novelas e passarelas. Na classe DE esse dado cai pra 76,1% e na classe AB, mais um pouco, 74,9%.

A inspiração feminina da hora das compras, segundo o estudo, vem do mundo dos famosos, pois 80,3% das mulheres da classe C se baseiam nos modelos usados em novelas e passarelas. Na classe DE esse dado cai pra 76,1% e na classe AB, mais um pouco, 74,9%.

A roupa também é item fundamental para as representantes da classe C na busca por um emprego. Isso é o que pensam 76,6% das entrevistas, contra 71,1% da classe AB. Atualmente, comparado à meia década, elas dão 45,8% mais importância às marcas de produtos de beleza. Enquanto 39,5% afirmaram dar a mesma importância. Na hora da compra, 80,7% priorizam mais a qualidade e depois o preço.

Fonte: Exame I Jony Lan - Especialista em estratégia, marketing e novos negócios - http://www.mktmais.com

google

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Reposicionamento das marcas | Rede Ibis trará mais uma bandeira hoteleira para o Brasil e reestrutura suas marcas globalmente


Quando reposicionar uma marca? Depende de várias variáveis, uma delas é o brand equity da marca. Outro é o ciclo de vida do produto/marca. Você sabe qual é o brand equity da sua empresa? 
O reposicionamento global do segmento vai permitir que uma rede intermediaria entre Ibis eFórmula 1 desembarque no país.

A rede de hotéis Accor anunciou (13/09) a reestruturação global para a suas marcas no segmento econômico, que vai unificar todas elas em uma bandeira: Ibis. A marca foi escolhida para operar neste segmento e será dividida em três diferentes versões: Ibis, Ibis Styles e Ibis Budget.
No Brasil, a tática fará com que a bandeira Fórmula 1, considerada a mais barata de toda a rede, passe a se chamar Ibis Budget. A grande novidade, no entanto, é a chegada de mais uma marca de hotéis do segmento econômico ao país.
“Temos planos de expandir a bandeira All Seasons, que a partir de agora passará a ser Ibis Styles, no Brasil. Trazer uma nova bandeira era inviável, mas com esse reposicionamento, teremos essa possibilidade”, afirmou Steven Daines, diretor de operações da marca ibis Accor na América Latina.
O Ibis Styles atua em um segmento intermediário entre as marcas Ibis e Fómula 1. Segundo Daines, a bandeira oferece uma estrutura própria, que foge um pouco dos padrões das outras duas marcas. “Até o próximo ano, vamos inaugurar o primeiro hotel desta bandeira no país”, afirmou o executivo.
Novas cores
Está marcado para o próximo ano também a mudança do visual de todos os hotéis Ibis e Fórmula 1. A diferença entre as bandeiras será notada pela cor. O Ibis continuará com vermelho no seu logotipo, o Ibis Budget usará o azul e o Styles verde. “Para as mudanças no visual e em comunicação, estimamos investir aproximadamente 14 milhões de reais neste primeiro momento”, disse Joseph Levy, diretor de marketing e comunicação Accor América Latina.
Os investimentos globais estimados pela Accor para o reposicionamento das marcas em todo o mundo somam cerca de 150 milhões de euros. A mudança deve ser concluída até o início de 2013.
De acordo com Daines, os padrões de atendimentos e os preços não devem ser alterados com a mudança. “O Ibis Budget continua sendo a bandeira supereconômica da rede, custando cerca de 40 reais a menos na comparação com o Ibis”. O segmento econômico da rede no Brasil vai oferecer tarifas que variam entre 80 reais e 200 reais.
Expansão
Atualmente no país, existem 58 hotéis com a bandeira Ibis e 12 com a bandeira Fórmula 1. A meta, até 2015, é dobrar o números de hotéis desta categoria. "Estamos investindo cerca de 860 milhões de reais e vamos inaugurar mais 52 Ibis e 15 Ibis Budget nos próximos cinco anos”, disse Daines.
Além da bandeira Ibis, a Accor detém também as redes Sofitel, Pullman, Novotel, Mercure e MGallery. No Brasil, são cerca de 150 hotéis somando todas as bandeiras.
Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Mercado de tablets | cinco empresas já produzem aparelhos no Brasil (Samsung, Motorola, Semp Toshiba, Positivo e Aix), já a Apple só no fim do ano


Pergunta: as empresas  fabricam ou montam tablets no Brasil? A diferença? Quem fabrica fabrica os componentes. Quem monta, apenas encaixa os componentes que vêm de fora. E então, o que você acha?

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, confirmou (05/09) que cinco empresas começaram a fabricar computadores tablets (computadores pessoais portáteis do tipo prancheta) no Brasil: a Samsung, a Motorola, Semp Toshiba, Positivo, e a Aix.
De acordo com o ministro, a Apple começará a produzir tablets no país até o final do ano. “A Apple está fazendo a sua primeira fábrica fora da China. Ela não tem nenhuma outra fábrica no mundo. É a primeira. Portanto, o tempo dela se instalar no Brasil e produzir os tablets seguramente será um pouco mais longo do que as empresas que já estavam e fizeram adaptações nas linhas de produção”, disse Mercadante. Segundo ele, a fábrica da Apple será instalada no município de Jundiaí, ao lado da Rodovia Anhanguera.
O ministro disse também que as fábricas de displays ainda encontram dificuldades para se instalar no país, já que não há, até o momento, nenhuma empresa  tecnológica nacional com capacidade para se associar ao projeto. “E, para nós, só haverá transferência de tecnologia se tiversócios tecnológicos brasileiros”.
Hoje, o Brasil tem o terceiro maior mercado do mundo de computadores, e o quinto de televisores.
Abs,

Jony Lan 
Especialista em estratégia, marketing e novos negócios
jonylan@mktmais.com

Fonte: Exame, Agência Brasil

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Marketing promocional | Carrefour comemora aniversário com a campanha “Vale-compras grátis” de R$ 100



Em setembro o Carrefour comemora 36 anos de sucesso no Brasil e, para celebrar a data, a rede preparou uma grande promoção de aniversário. É a campanha “Vale-Compras Grátis”, que vai sortear seis mil vale-compras de R$ 100,00 para os clientes da rede. A promoção é valida até o dia 11 de setembro em todos os hipermercados Carrefour.

Com o mote “Aqui tem festa e compra grátis pra você”, a promoção promete proporcionar um clima festivo nas lojas. Cada vez que um cliente for sorteado, a equipe do Carrefour fará uma grande festa, com apitos e buzinas, para comemorar a sorte e divulgar a ação aos demais clientes.
Para concorrer, basta efetuar uma compra com valor igual ou superior a R$ 50,00, nas lojas do Carrefour, e torcer pela mensagem, anunciando a premiação, que aparece na tela do caixa. O regulamento da promoção pode ser consultado no site www.grupocarrefour.com.br/aniversario.
Jony Lan Especialista em estratégia, marketing e novos negóciosjonylan@mktmais.com
Fonte: Portal da propaganda

Mercado de Luxo no Brasil

Os brasileiros vêm vivenciando uma grande mudança em sua pirâmide social; além do aumento da classe média, agora com forte potencial de consumo, o número de milionários está crescendo a passos largos no país. Essa segunda mudança está movimentando o, até então, pouco explorado mercado de luxo brasileiro. Segundo a pesquisa “O Mercado de Luxo no Brasil – ano IV”, realizada por MCF Consultoria & Conhecimento e GfK Brasil, o setor faturou 6,23 bilhões de dólares em 2009 e espera-se que fature em torno de 7,59 bilhões de dólares até o final de 2010.
As grandes marcas de moda de luxo estão de olho neste novo mercado, incluindo o Brasil na rota das grandes maisons. Se há alguns anos atrás a milionária brasileira precisava ir até a Daslu ou esperar por sua próxima viagem internacional para comprar o último lançamento da Chanel, agora ela pode ir diretamente a uma das duas lojas da marca no Brasil. O mesmo ela pode fazer se quiser adquirir algum produto Armani, Hermès, Louis Vuitton, Missoni, Diane Von Furstemberg ou Christian Louboutin, por exemplo.
Na última edição do evento Heritage Luxury, conferência sobre o mercado de luxo organizada pelo jornal International Herald Tribune, ocorrida este mês em Londres, o Brasil também marcou presença. A última palestra do evento foi do CEO e presidente do Grupo Iguatemi, Carlos Jereissati Filho, o primeiro brasileiro a palestrar em 10 anos de evento. Em sua apresentação ele mostrou números do mercado no país, como o crescimento estimado de 35% em 5 anos. Após o término da palestra, a jornalista Suzy Menkes encerrou o evento anunciando que – adivinhem – a próxima edição será no Brasil.
* Sobre o assunto, recomendo a leitura do artigo escrito pela jornalista de moda e editora da Fashion TV Brasil Maria Prata, para o New York Times, disponível aqui e o relato de Reynaldo Pasqua, Diretor Online da Carmim, sobre o Heritage Luxury, aqui.

Não resta dúvida de que o Brasil é a bola da vez. Mas será que estamos preparados para isso? Como tudo que é novidade, o mercado de luxo ainda é um mistério para os brasileiros. Em muitas áreas, as empresas não estão dando conta de atender esse público ávido por consumo, nem encontram mão-de-obra capaz de atender consumidores tão exigentes. Até agora existe apenas uma (me corrijam se eu estiver errada, por favor) pós-graduação focada em gestão de luxo, na FAAP, em São Paulo. Fica a dica para Relações Públicas e afins, de um mercado de trabalho muito interessante e com déficit de pessoal capacitado.
Fernanda Prestes – @ferdiprestes

Fonte: RP NA MODA

O que a evolução do mercado de tablets muda para o marketing digital?


2010 com certeza foi um ano muito importante para os dispositivos móveis em todo mundo. 2011 não poderia fugir desta carga deixada pelo ano anterior e já começou o ano com diversos tablets sendo apresentados na CES 2011. Todos estes novos tablets prontos para chegarem ao mercado vão fazer com que seja cada vez mais fácil qualquer um ter acesso a essa nova tecnologia, que muitos acreditam que vai substituir totalmente os netbooks.
Mas quando lidamos com o marketing digital devemos sempre estar preparados para os próximos passos do mercado. Em 2011 podemos incluir os tablets (e smartphones também) dentro destes próximos passos do mercado.
tablets ipad conteudo adequado O que a evolução do mercado de tablets muda para o marketing digital?
Independente da posição, tamanho, forma, o conteúdo deve se adequar.

Mas com o crescimento dos tablets, o que muda para as empresas?

Por ser mais um tipo de dispositivo móvel, podemos dizer que muitas das mudanças são semelhantes ao o que os smartphones já vêm fazendo, entre elas podemos citar: Consumidor conectado em qualquer lugar; Exploração da Geolocalização; Importância no desenvolvimento de websites prontos para qualquer plataforma.
Nesse sentido há pouca diferença em relação ao smartphone, acredito que as duas principais questões que as empresas devem saber explorar é o formato diferenciado e o uso por diversos públicos.
Quando falamos em formato diferenciado para tablets eu me refiro a saber utilizar a tela da melhor forma possível, já que é menor que um monitor convencional e maior do que um smartphone. Fazer um site ou aplicativo que consiga se adequar bem aos tablets, netbooks, smartphones e desktops vai ser obrigação das grandes empresas.
Uma das grandes revoluções do tablets como o Ipad é o fato de ele ser bem aceito por diversos públicos, independente de idade, classe econômica ou que for, todos querem tablets. Este público diferenciado traz necessidades diferenciadas. Você pode usar tablets para crianças desenharem, adolescente estudarem, adultos construir planilhas, médicos para fazer consultas, arquitetos para fazerem projetos, enfim, existe uma utilidade em todo lugar que ele possa ir.
O mercado esta se preparando para revolucionar com os tablets, 2011 vai ser o ano em que vai crescer, mas será apenas no fim dele ou próximo ano em que vamos ver os tablets chegando as mais diversas classes econômicas, assim como vimos os notebooks chegarem aos últimos anos.
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Dennis Altermann é editor/autor do Midiatismo e trabalha na Magoweb como gerente de marketing digital. Estudante de publicidade e propaganda na Unisc, focado na publicidade em dispositivos móveis.

Como as pessoas estão utilizando o Twitter? | Infográfico


Todo mundo aqui está usando o Twitter, certo? Muito conhecido no Brasil, a rede social do passarinho vem se mostrando um serviço muito popular. Mas a pergunta que não quer calar é: “Afinal, como as pessoas estão utilizando o Twitter?
Eu confesso que uso vários vezes durante o dia, tanto para o blog como no meu Twitter pessoal. Na maioria das vezes acesso pelo TwitDroyd do celular, TweetDeck no Desktop e Hootsuite para o blog. Sigo várias marcas, mas não necessariamente por promoções, mas para saber alguma coisa a mais sobre elas e para ter acesso a conteúdos que julgo interessante.
E você, como usa o microblog?
infografico como pessoas usam twitter Como as pessoas estão utilizando o Twitter? | InfográficoVia Mashable
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Dennis Altermann é editor/autor aqui no Midiatismo e trabalha na Magoweb como gerente de marketing digital. Estudante de publicidade e propaganda na Unisc, focado na publicidade em dispositivos móveis.




Redes Sociais e Celebridades: Um Marketing que funciona.


Qual é o fator preponderante para o sucesso de uma rede social? Quanto mais recursos ela oferecer? Podemos até dizer que sim, mas em tempos onde os 15 segundos de fama não dependem mais da televisão somente, diversos recursos disponíveis pelas redes sociais virtuais não podem constituir facilmente que dessa forma ela alcançará seu sucesso, o que determina mesmo a sua permanência no mercado é o quanto de celebridades ela abarca.
Sites como o Myspace especializou-se em trazer bandas, e celebridades, figurando por quase 7 anos como maior site de relacionamento dos EUA, mas a realidade é que ele perdeu espaço, o site apesar de oferecer inúmeros aplicativos é dos mais “pesados” e não muito ágil quando comparado com outras redes sociais.
O caso do Myspace é mais emblemático, pois é um dos sites que mais possui perfis de celebridades isso foi com certeza um grande motivador de seu sucesso. Hoje, a bola da vez anda lado a lado com o Facebook, e principalmente com o Twitter. Entretanto, não quer dizer que as celebridades deixarão sites como o Myspacee outras redes em virtude das redes do momento.
justin bieber twitter Redes Sociais e Celebridades: Um Marketing que funciona.
Perfil do Justin Bieber, uma das celebridades que mais atrai jovens para Twitter.
Lógico, a rápida interação que o Twitter proporciona é um grande estímulo para que as celebridades se mantenham muito mais nele do que em outras redes sociais e parece que os quesitos, interatividade e simplicidade são elementos-chave para a permanência deles. Mais recentemente a nova rede social do Google, o Google+ quer tentar atrair ao máximo a atenção de celebridades para o seu case.
Uma alternativa muito interessante de atrelar sua marca ao de pessoas famosas, um marketing que funciona e não custa nada, duro vai ser quando elas passarem a cobrar para entrar em certas redes sociais, será que fariam isso?
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Rafael Gomes é Jornalista, Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Sergipe e estudante de Direito pela Unit.. é Pesquisador na área de Redes Sociais, Mídia Sonora e Novas Tecnologias, colaborador do site da United Press International University (UPIU) e do Midiatismo, Possui um Blog específico na área de Rádio e Novas Tecnologias.



Fonte: Midiatismo