sexta-feira, 28 de outubro de 2011

UNISC tem equipe representante em evento da Feevale


            Na madrugada de 28 para 29 de novembro acontece o 5º Madrugadão Feevale, e a Universidade de Santa Cruz do Sul estará representada pela equipe Às Ganha.
            O evento é organizada pela Feevale e acontece no campus da universidade em Novo Hamburgo, que abre suas portas no dia 28 às 16h horas.  Na competição vence a equipe que apresentar a melhor campanha publicitária em menos horas.
            A equipe santa-cruzense Às Ganha é formada por 10 acadêmicos do Curso de Comunicação Social da Unisc (entre eles PP, RP e Jornal) e liderada por Bruna Travi. O grupo vai contar com a experiência e ajuda do padrinho (escolhido pelos próprios integrantes) Zeca Onorato, publicitário da agência AMA, de Porto Alegre. O cliente da equipe será conhecido somente às 21horas de sexta-feira, e vai ser neste momento em que os integrantes poderão planejar e iniciar os trabalhos de criação da peça publicitária, porém, os encontros da Às Ganha já se iniciaram há uma semana e o pessoal vem discutindo idéias e buscando em autores renomados da publicidade formatos inovadores para a campanha.
            A competição tem hora marcada para acabar: às 7h do dia 29 todas as equipes devem entregar suas campanhas, e algumas horas depois  a grande vencedora será anunciada!
            Neste ano o Madrugadão Feevale vai contar com a participação de 13 instituições do Ensino Superior, totalizando desta forma 17 equipes inscritas. Além da Às Ganha, a Unisc vai contar com mais 2 equipes na competição.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

5 ferramentas para monitorar sua influência social


Quando se trata de meios de comunicação sociais, temos sempre muitas perguntas como:
> Como sabemos se o que estamos fazendo está funcionando?
> Quem são as pessoas que deveríamos impactar?
> Qual é a influência social?
> Existem ferramentas para nos ajudar a entender estes dados?
Felizmente temos bastante opções opções para ajudar a mensurarmos a nossa influência social, entender o que está funcionando e o que não, e mesmo em alguns casos o que oferecer para melhorar a sua estratégia de mídia social como um todo.
Abaixo estão algumas das ferramentas:
KLOUT
Klout é uma das ferramentas mais conhecidas no mercado social e sua missão é identificar quem tem influência na Web. Para fazer isso, o Klout lista as atividades em dez diferentes redes sociais – Twitter, Facebook, LinkedIn, FourSquare, YouTube, Blogger, Tumblr, Flickr, Last.fm e Instagram – para obter uma melhor compreensão do perfil on-line do usuário. A Integração do Google + deve vir em breve.
Para obter estas informações ele sincroniza suas contas e gera um gráfico de influência, incluindo:
- Pontuação Klout: Mensura a influência geral online.
- Influência Network: O nível de influência do seu público.
- Probabilidade de alcance: A probabilidade de que o seu conteúdo vai ser atendido.
- Alcance Verdadeiro


Uma das áreas mais interessantes da Klout, é a capacidade de comparar as pontuações de influência para identificar os tipos de pessoas que são influenciadores e as suas atividades. Por exemplo, Anita SmallBizTrend Campbell é identificada como um curador e somos capazes de ver porque e como a atividade é diferente dos outros.


Apesar dos bugs, ainda é considerada uma das melhores ferramentas que temos para mapear influenciar e determinar quem pode ser influente sobre determinados temas e como ele classifica a sua influência entre os seus pares.
TWYLAH
Twylah de destaca pela adição de contexto dos tweets e criando uma experiência totalmente nova. O serviço mostra por que você é influente:


Você pode clicar em cada item para ver os tweets dessa pessoa. Por exemplo, Dan Schwabel é influente sobre as marcas. comprar por que exatamente?


Agora você sabe que é capaz de ver que tweets constroem esta influência. Fora isso, o Twylah lhe dá uma nova forma de promover seus tweets para o público.
TWENTYFEET
TwentyFeet dá uma visão gráfica de como você influencia em vários canais de mídia social. O serviço permite que você acompanhe uma conta no Twitter e Facebook para uma conta gratuita, e, em seguida, oferece a opção de pagar por contas adicionais de US$ 2,50 por ano.


Assim que estiver configurado, o TwentyFeet vai monitorar sua conta e manter o controle de certos indicadores chave de desempenho como: Reputação, Influência, Conversas, análise pós, listas e outras informações. Você também pode alterar o período para procurar por trimestre, mês, semana passada, etc


PEER INDEX
Embora não tão chamativa como algumas das outras ferramentas, o Peer Index faz um bom trabalho para ajudar a entender onde você e outros tópicos são influentes. Surpreendentemente eles parecem acertar mais vezes do que não. Por exemplo, se taggearmos stalk Rhea, saberemos como ela é influente sobre: Internet e Web, Marketing Digital, Media Outspoken, Serviços Sociais Networking e Aplicações e Internet móvel e sem fio.
Considerando Chris Brogan é influente sobre:
Internet e Web, Livros e Publicações, projeto, Redes Sociais de Marketing.
Uma coisa boa é que ao clicar em qualquer um dos tópicos, ele trará uma lista de outros que são influentes sobre os mesmos temas, juntamente com sua pontuação p PeerIndex, lida com o Twitter e outros dados.


SPROUT SOCIAL
SproutSocial não é uma ferramenta para medir a influência social. É uma ferramenta de monitoramento completo de mídia social. Tem até um scorecard semanal para ajudá-lo a manter o controle de novos seguidores, Menções, Volume de Mensagem e níveis de engajamento, bem como de dados para obter o máximo de cliques nos seus links.


Do site Outspoken Media
http://midiaetc.com/Fonte: 

Crise também afeta grandes portais da web



O mesmo fenômeno responsável pela crise no modelo de negócio dos jornais impressos começou agora a atingir também os produtores de conteúdo na internet, segundo dados que acabam de ser divulgados pelo insuspeito setor da publicidade online.
As revistas Slate e Salon, as mais bem sucedidas publicações do gênero da internet, estão perdendo anunciantes num ritmo que oscila em torno dos 12% ao mês. Fenômeno idêntico afeta os sites Yahoo! e American Online (AOL), cujo modelo de negócios passou a ser alavancado pela produção de conteúdos informativos, após os insucessos na área de buscas e correio eletrônico pago, respectivamente.
Segundo a empresa norte-americana de marketing eMarketer a participação da AOL no bolo publicitário dos grandes portais na web caiu de 6,8% em 2009 para magros 4,4% em 2011, e tende a bater nos 3,7% em 2012. Enquanto isso, o portal Yahoo! patina nos 16% no mesmo período, enquanto o mecanismo de buscas Google saltou de 3,6% em 2009 para previstos 16,7% do faturamento global em 2012. Outro site que cresceu vertiginosamente é a rede social Facebook, que foi de 7,3% há dois anos para 21,6% em 2011 e deve chegar aos 23,8% no ano que vem, segundo o eMarketer .
A empresa de consultoria financeira Mcquarie Group confirmou queda de faturamento publicitário da AOL num informe divulgado na primeira semana de setembro, no qual faz previsões pessimistas para os portais que tradicionalmente se apóiam o hard news.
Tanto as revistas Slate e Salon como o Yahoo e a AOL estão pagando o preço de não terem dado a devida atenção a uma regra básica do capitalismo: o excesso de oferta provoca a queda de preços. Todo o produto ou serviço com abundante oferta no mercado tende a custar cada vez menos, e foi justamente o que aconteceu com a informação desde que a internet passou a fazer parte do dia a dia de quase dois bilhões de seres humanos.
A avalancha informativa baixou a quase zero o preço da informação bruta e da notícia jornalística primária. O que os americanos chamam de hard news pode ser acessado hoje em milhares de páginas e blogs da internet, sem falar nas redes sociais e fóruns. O resultado é uma desvalorização inédita no preço cobrado pelos transmissores de informações e notícias.
Em compensação, os usuários da internet passaram a dar cada vez mais atenção aos sites que os ajudam a encontrar a notícia que procuram e que, quase sempre, está perdida no meio do chamado entulho informativo. Toda a informação que não serve ou não é do interesse de uma pessoa é considerada lixo, conforme a polêmica Lei de Sturgeon, segundo a qual 90% do que está publicado na web é considerado lixo informativo.
Acontece que o que para uns é lixo para outros é informação útil. E quem separa o joio do trigo em matéria de informação são sites como o sistema de buscas Google, cujo valor estimado no mercado corporativo chega perto dos 200 bilhões de dólares, segundo uma avaliação da revista norte-americana Forbes. O valor pode ser exagerado, mas é verossímil, pois o Google nos ajuda a achar a agulha no palheiro da internet, portanto não podemos viver sem ele.
Além disso, o mercado dos sistemas de busca na web, mesmo em expansão, está muito longe, mas muito longe mesmo da saturação em matéria de oferta de serviços. Portanto, a sua tendência é a valorização, enquanto as empresas jornalísticas perdem cada vez mais espaço diante da multiplicação frenética de sites ofertando o chamado hard news.
Há uma enorme perspectiva de valorização dos sites que oferecem informação qualificada, mas o problema aí é financeiro. Produzir informação contextualizada custa caro e, no momento, o mercado consumidor ainda é reduzido. Quem quiser apostar nesse nicho tem que pensar no futuro e descobrir uma fórmula como a da Google, que não cobra nada pelos resultados de buscas na web mas usa a fidelidade dos usuários para faturar em publicidade online.
Por Carlos Castilho para o Observatório da Imprensa.