Pesquisas | Publicações

GARSKE, Mara Eliza. Eficiência publicitária no varejo. Santa Cruz do Sul: UNISC, 2008. 

A competição está cada vez mais acirrada. Quase não há tempo para parar e refletir. O Varejo constitui um campo minado por soluções originais, engenhosas e impregnado de fascínio e riscos. No intuito de possibilitar um maior aprofundamento e compreensão dos aspectos a serem desenvolvidos neste estudo, optou-se por apresentá-los em uma série de capítulos. Cada qual aborda temas relevantes para que a eficiência publicitária se concretize no mundo infinito do Varejo. Procurou-se desenhar uma panorama crítico a respeito dos sistemas pertinentes ao evento do Varejo e publicitário, a partir da análise de aspectos intrínsecos desses processos. O objetivo maior deste trabalho é somar informações aos profissionais direta ou indiretamente envolvidos com o Varejo, tenham eles atuação prática ou acadêmica. Um grande desafio foi encontrar as pessoas adequadas para produzir um estudo que fosse, ao mesmo tempo, prática e que obedecesse a um certo rigor acadêmico. Encontradas as pessoas – profissionais de agências do mais alto gabarito em suas áreas de atuação - restou-me equalizar a linguagem, assegurar a integridade e coerência do trabalho e garantir que todos os conteúdos fossem voltados para o tema. No final, é possível encontrar um pequeno resumos de atividades praticadas por estas agências com resultados práticos, através de Cases. Há cada vez mais segmentos e nichos preenchidos, deixando pouco espaço para aventureiros. Os produtos e serviços estão cada vez mais parecidos. Vemos produtos sendo vendidos em lugares nunca cogitados. As empresas estão atribuladas na busca da reestruturação, treinamento e investimentos. E as pesquisas estão cada vez mais necessárias, porém não mais tão confiáveis devido as mudanças quase instantâneas. Todo esse jogo traz grandes desafios aos empresários do Varejo e suas Agências; há maior desafio e a excelência é fundamental. Nenhuma empresa é ou será perfeita mas o segredo é corrigir os pequenos enganos; porque cliente uma vez mal atendido, será quase irrecuperável. O futuro será caracterizado por imensas inversões de tratamentos, produção customizada, marketing um a um, reestruturando por completo as regras do jogo. Em vez de fatia de mercado, o alvo da comunicação será de fatia de cliente. Produtos e serviços serão característicos, mais individuais, com estratégias que visem a retenção de cliente e valores a longo prazo. Visto isto, devemos destilar a nossa aprendizagem sobre uma marca no seu mercado, sobre o consumidor e sobre a publicidade. A tecnologia vai criar inúmeras oportunidades. Novas formas de encontrar informações, educação e entretenimento estarão à disposição como forma de satisfazer desejos e necessidades rumo à felicidade. A cada dia deve brotar uma idéia nova e original. Porque? Porque a globalização e incidências sobre qualidade tem provocado uma demanda cada vez maior de profissionais capacitados. O formato atual do Varejo requer estratégias publicitárias, administrativas e financeiras mais eficientes, deixando de lado características ultrapassadas e assumindo uma cultura mais relevante sobre o assunto. Estar à frente é regra fundamental e isto requer estratégias cada vez mais criativas e ágeis, capazes de observar as mudanças de comportamento. Este dinamismo e a crescente importância do Varejo na cadeia produtiva tem atraído a atenção de empresários, entidades comerciais, investidores e pesquisadores. É preciso apreciar como acontece a predisposição dos consumidores em relação à publicidade. Considerar não apenas os objetivos explícitos, mas os papéis implícitos da comunicação que refletem a importância crescente dos efeitos emocionais num contexto amplamente competitivo. Compreender como o ambiente das mídias pode afetar o papel das peças publicitárias afins. Compreender como os papéis das mídias variam nas diferentes fases do desenvolvimento de uma marca. E reconhecer quando e como aplicar estes papéis dependendo do objetivo a ser alcançado. Com um mercado de fornecedores globalizados, exigências de qualidade e atendimento personalizado, o Varejo tende a crescer e ser uma atividade sofisticada e muito técnica. Deixa de ser uma atividade alternativa para ser uma atividade que necessita de estratégias de comunicação apuradas que, além de procurar a eficiência, respondem às expectativas de mercado. O Varejo, para Sobreviver, terá de escolher os públicos-alvos e posicionar-se com firmeza, fidelizando-o, já que a tendência é a redução do crescimento econômico e populacional. Portanto, questões como comunicação, tecnologia de ponta, informatização e profissionalização estão cada vez mais presentes na gestão da economia e qualidade das empresas de Varejo, demandando ao homem um conhecimento superior. Fala-se muito de publicidade impactante com capacidade de influenciar multidões, de investimentos nesta área em todo o mundo, a hegemonização dos conceitos, dos desejos e das necessidades, de estratégias, de eficiência. Vivemos numa época em que a embalagem e conteúdo são igualmente necessárias; políticos são eleitos baseados em uns segundos de televisão, marcas são bem sucedidas instantaneamente; há um consumismo desenfreado. Mas será que a publicidade destes produtos é excelente e bem elaborada, é persuasiva o suficiente? Está solucionando desejos e necessidades dos consumidores-alvos? Em vista desses questionamentos este trabalho pretende apresentar uma proposta que visa contribuir para a compreensão desse quadro através da atuação publicitária, respaldado em seu conhecimento de comunicação integrada e na utilização de estratégias publicitárias eficientes, com objetivo de levar às empresas de Varejo a investirem e creditarem cada vez mais em ações publicitárias. As estratégias, as principais decisões, a alta administração de um planejamento publicitário e Cases de sucesso que podem ilustrar estas rotinas e práticas publicitárias vão ilustrar o que desencadeia a eficiência publicitária no Varejo hoje. Não resta dúvida de que esta é uma proposta pretensiosa na medida em que se trabalha com áreas amplas, de conhecimentos generalistas e que estão em constante transformação/evolução. Este trabalho, portanto, não pretende ser completo ou encerrado. Pretende, isso sim, lançar um primeiro foco de discussão sobre essa proposta, que pode vir a ser um prefácio para reverter a tradicional falta de investimentos locais em ações publicitárias por empresas do Varejo.
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GARSKE, Mara Eliza. Saúde e comunicação : planejamento estratégico em comunicação. Santa Cruz do Sul: UNISC, 2006.

Nos dias atuais todos os campos de atuação passam pelo campo da comunicação. Tanto mais o será quando nos vemos diante de uma prática cheia de significados, ora contraditórios, mas marcados por intensa necessidade de comunicação – a saúde. Neste sentido, o princípio geral que orienta este trabalho – comunicação e saúde, é extremamente profícuo, permitindo a realização de um trabalho capaz de agregar diferentes visões de comunicação e marcado pela busca de uma estratégia de comunicação eficaz.

Tanto o campo da comunicação quanto da saúde são uma espécie de mix intelectual no qual se encontram os mais diferentes personagens, todos interessados numa prática mais eficiente junto a seus públicos, públicos estes cada vez mais exigentes, mais confiantes, menos tolerantes. Assim o fundamental não é mais dominar as técnicas ou tecnologias, mas compreender o sentimento humano e o peso da informação na sociedade de hoje, o poder de se mover e mover, com relativa agilidade e sensibilidade, na intrincada rede de discursos. É através desta visão que se constroem clientes fiéis, clientes que falam espontaneamente de pessoas e empresas, que tornam profissionais em pessoas célebres, de alta visibilidade. Estamos não apenas diante de categorias que se articulam em discursos, mas complexas redes, caracterizando a necessidade de estratégias de comunicação. Afinal, como construir informações eficazes? Através de que meios? Como responder aos anseios dos clientes? Como trabalhar de forma eficiente em um mundo tão complexo – cheio de códigos diferentes? Estas são apenas algumas questões a serem resolvidas através de uma pesquisa com profissionais da saúde e usuários de fisioterapia, com o objetivo de auxiliar profissionais da saúde, especialidade fisioterapia. Quanto melhor as soluções apresentadas, melhores serão os resultados.Sendo assim, a iniciativa deste projeto é um passo importante na direção de trabalho capaz de conduzir à abertura e à consolidação de um novo e importante campo do conhecimento – saúde e comunicação, e de novas formas de atuação profissional.
Palavras-chave: comunicação, saúde, planejamento estratégico
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GARSKE, Mara Eliza. As Indústrias criativas como fator de desenvolvimento – o caso do artesanato no RS. Santa Cruz do Sul: UNISC, 2009.

O objetivo central desta dissertação é entender e relacionar as indústrias criativas como fator de desenvolvimento regional, destacando o artesanato no RS, como objeto central desta análise, buscando respostas para algumas questões relacionadas aos objetivos propostos, tais como: ampliar os conhecimentos sobre a relação entre economia, cultura e desenvolvimento; compreender inter-relações, matizes, convergências, conflitos e justaposições que resultam da nova dinâmica estabelecida pela produção criativa; apontar os impactos sociais, econômicos e culturais das indústrias criativas, a nível de Brasil e de RS, através da apresentação de dados, especificidades, cenários, modelos existentes, tendência global, regional e de mercado, bem como construir um diagnóstico sobre o artesanato do RS objetivando a interpretação e conscientização do fenômeno em estudo. Um dos pressupostos deste trabalho investigativo assenta-se na idéia de que as indústrias criativas contribuem, e muito, para o desenvolvimento. As reflexões apresentadas têm como objetivo geral contribuir para uma melhor compreensão destes pressupostos. Para alcançar os objetivos propostos, partiu-se do embasamento teórico acerca da economia, cultura e desenvolvimento, das indústrias culturais às indústrias criativas, buscando relacionar estas noções com o artesanato e, assim, entender os fatores que levam ao desenvolvimento. A partir destas reflexões, da coleta de dados, de questionários e relatos, os resultados apontam as indústrias criativas como um fator de desenvolvimento, e que, a indústria criativa – artesanato – contribui, positivamente, para o desenvolvimento sócio-econômico e cultural do RS, necessitando, porém, de promoção, de espaços mais organizados para produção e venda, de qualificação e incentivos.
Palavras-chave: economia, cultura, desenvolvimento regional, indústrias criativas, artesanato no RS.
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A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO E DAS ARTES NA (TRANS)FORMACAO DE PESSOAS E ORGANIZACOES

A criatividade e a comunicação tem sido um tema muito discutido na área organizacional, em razão de sua relevância para as empresas. Sua importância deve-se, principalmente, ao fato de que, frente aos cenários de intensa competição e de mudanças rápidas e contínuas, as empresas precisam criar novas e melhores maneiras de responder aos desafios e problemas da realidade organizacional. A arteterapia corporativa aplicada através de workshops desperta, espontaneamente, a capacidade de relacionamento, a criatividade, a comunicação e expressão, a sensibilidade e a integração entre seus participantes, pelo uso da arte. Entre as diversas ferramentas de construção e emissão de mensagens, no contexto empresarial, a arte se destaca pela capacidade de acessar individualmente cada participante, ao mesmo tempo em que lhe convida à compreensão de novos contextos e mensagens, por intermédio da sua produção artística, tanto individual quanto coletiva motivando a Comunicação e Criatividade - estas duas habilidades, uma vez alcançadas, geram a qualidade humana que se torna cada vez mais crucial e indispensável para que as organizações possam atingir a qualidade de performance exigida por uma nova cultura empresarial.
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COMUNICACAO E O CONTEXTO ARTE, CULTURA E MERCADO


A questão central deste encontro é entender o contexto arte, cultura e mercado – case Santa Cruz do Sul, buscando respostas para algumas questões tendo em vista os objetivos propostos como mensurar a influência das mídias, da comunicação no contexto arte, cultura e mercado; a inserção de nossas artes e nossos artistas nos editoriais dos meios de comunicação local, como também refletir sobre produtos e mercado cultural e a internet como um dos recursos para promoção da arte e cultura. A relevância do tema reside em mostrar se a comunicação faz a diferença no contexto arte, cultura e mercado, assim como o profissional de Relações Públicas, na construção da economia e gestão da cultura.
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